Gás Natural

Gabrielli não comenta sobre possível aumento no preço do gás boliviano

O presidente da Petrobras disse que o reajuste trimestral levará em conta as regras previstas no contrato firmado com a companhia petrolífera boliviana YPFB.


11/09/2006 00:00
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O presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, não quis comentar sobre o aumento no preço do gás natural importado da Bolívia, que será revisto em outubro, com companhia petrolífera Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB). Ele afirmou que a alteração no preço do energético levará em consideração a variação de três tipos de óleos combustíveis, conforme firmado no contrato com a YPFB , válido até 2019 e realizado a cada três meses. Gabrielli considerou que a tendência agora seja de aumento do preço do gás, uma vez que ele será calculado com base no último reajuste, realizado em julho de 2006.


“Agora sobe. No trimestre passado (o reajuste) foi sobre o resultado anterior”, disse ele sem desconsiderar a possibilidade de queda no preço do gás. “Pode cair, o contrato estabelece isso”, considerou, Gabrilli após a cerimônia de abertura da Rio Oil & Gas, que está sendo realizado no Rio Centro, no Rio de Janeiro.

 

Desde que o poder assumiu o poder em janeiro deste ano, o presidente boliviano, Evo Morales, vem pressionando o governo brasileiro para aceite a proposta de aumentar
o preço atual do gás dos atuais US$ 4 para até US$ 8 por milhão de BTU (unidade de medida do poder calorífico do gás).


Colômbia

 

Recentemente, o presidente da Petrobras esteve na Colômbia para discutir a possibilidade de aumentar os investimentos da empresa no país, onde se esteve reunido no Conselho de Empresários da América Latina, em Cartagena. Gabrielli não especificou em quais segmentos a Petrobras teria interesse em elevar os investimentos.

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