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Negócios

Fusões e aquisições recordes em 2013

28/02/2014 | 16h03

 

O ano de 2013 foi o que mais registrou fusões e aquisições em óleo e gás dos últimos dez anos. Foram 38 operações somente no ano passado de acordo com uma pesquisa realizada pela KPMG com 43 setores da economia brasileira. Já em comparação com o ano de 2012, houve um aumento de 100% no número de transações.
Das 38 transações concretizadas, 19 foram do tipo CB1 (empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil). Em segundo lugar, com 11, aparecem as operações domésticas e, em seguida, 3 do tipo CB4 (empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil) e 3 CB5 (empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior). Por último, foi registrada apenas uma operação dos tipos CB2 (empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior) e CB3 (empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil), respectivamente.
“Sem dúvida, foi um ano bastante aquecido e peculiar para a indústria de óleo e gás no Brasil. Depois de cinco anos sem leilões, o governo realizou três grandes licitações que incluíram campos localizados na região do pré-sal e áreas com shale gas. Isso atraiu o interesse de investidores pelo país que terá um 2014 de muito trabalho se quiser colocar todos os projetos da área em prática. Será um ano para qualificação de mão de obra, de investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), fortalecimento da cadeia de suprimentos, entre outras coisas”, analisa o sócio da KPMG, Paulo Guilherme Coimbra.

O ano de 2013 foi o que mais registrou fusões e aquisições em óleo e gás dos últimos dez anos. Foram 38 operações somente no ano passado de acordo com uma pesquisa realizada pela KPMG com 43 setores da economia brasileira. Já em comparação com o ano de 2012, houve um aumento de 100% no número de transações.

Das 38 transações concretizadas, 19 foram do tipo CB1 (empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil). Em segundo lugar, com 11, aparecem as operações domésticas e, em seguida, 3 do tipo CB4 (empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil) e 3 CB5 (empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior). Por último, foi registrada apenas uma operação dos tipos CB2 (empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior) e CB3 (empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil), respectivamente.

“Sem dúvida, foi um ano bastante aquecido e peculiar para a indústria de óleo e gás no Brasil. Depois de cinco anos sem leilões, o governo realizou três grandes licitações que incluíram campos localizados na região do pré-sal e áreas com shale gas. Isso atraiu o interesse de investidores pelo país que terá um 2014 de muito trabalho se quiser colocar todos os projetos da área em prática. Será um ano para qualificação de mão de obra, de investimentos em pesquisa e desenvolvimento (P&D), fortalecimento da cadeia de suprimentos, entre outras coisas”, analisa o sócio da KPMG, Paulo Guilherme Coimbra.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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