Pesquisa

Fontes limpas no mercado livre de energia lideram atratividade nos estados das regiões Sul e Sudeste

Índice do Grupo Federal mostra que a competitividade das PCHs e das usinas eólicas, solares e de biomassa para os consumidores no Ambiente de Contratação Livre caiu 7% em agosto deste ano.

Redação/Assessoria
13/09/2016 09:25
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O Grupo Federal, empresa de geração, comercialização e gestão de eletricidade, acaba de lançar a edição de agosto do Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia. O levantamento mostra uma nota média para o Brasil de 0,642, um valor 7% menor do que o de 0,691 apurado em julho.

Quando o índice de agosto é comparado com a maior nota mensal verificada em 2016 (de 0,963 em fevereiro), a queda verificada é de 35% na atratividade das fontes limpas para o consumidor livre. “O aumento da procura das indústrias por energia futura mais barata e assegurada já impacta no aumento dos valores nesse mercado”, explica Erick Azevedo, sócio-diretor do Grupo Federal e coordenador do estudo.

O levantamento inclui também um ranking para medir o Índice de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia em cada estado da Federação. O Rio de Janeiro continua a liderar o levantamento do Grupo Federal. Entre os TOP 10, além dos consumidores fluminenses, estão por ordem: Mato Grosso, Paraná, Santa Catarina, Goiás, Pará, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Espírito Santo e Rio Grande do Sul (veja lista completa abaixo). O único estado fora da lista é Roraima porque está fora do Sistema Interligado de Energia.

A nota, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organizações das Nações Unidas (ONU), é calculada em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade.

O índice foi medido com base no preço médio comercializado no mercado livre entre as fontes incentivadas 50 (energia proveniente de Pequenas Centrais Hidrelétricas e usinas eólicas, solares e de biomassa) comparadas com as tarifas de distribuidoras que representam 98% do mercado cativo brasileiro. Por meio do índice, verifica-se que os meses de fevereiro e março registraram os picos de atratividade para as matrizes limpas de energia.

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