Economia

Fiesp atribui baixo crescimento à perda de competitividade

Segundo o IBGE, a economia brasileira cresceu 0,9%.

Agência Brasil
01/03/2013 16:55
Visualizações: 534

 

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) atribui o baixo crescimento do Produto Interno Bruto em 2012 à perda de competitividade brasileira nos últimos anos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou hoje (1º) que a economia brasileira cresceu 0,9% na comparação com o ano passado.
Na avaliação do presidente da entidade, Paulo Skaf, o país já apresentava sinais ao longo do ano de que não conseguiria crescer de forma mais vigorosa. “Com a indústria de transformação caindo 2,5%, em 2012, depois de ficar estagnada em 2011, não há PIB no Brasil que consiga crescer”, declarou por meio de nota.
Ele destacou um estudo recente da Fiesp que mostra que o produto brasileiro tem um custo 34% maior ao consumidor do que o produto importado. "Esse custo adicional vem unicamente das dificuldades estruturais do país: o chamado Custo-Brasil. Com esse peso nas costas e o real valorizado, fica muito difícil competir com os importados. Com menor perspectiva de venda, acontece um processo de redução do investimento por aqui”, avaliou.
Skaf aposta em medidas que reduzam essa desvantagem para que a economia brasileira tenha melhores resultados neste ano. "Temos de buscar agora a ampliação da competitividade brasileira por meio da redução de custos nos portos do nosso país, além do combate constante à alta carga tributária, burocracia elevada, aos juros ainda entre os mais altos do mundo, ao câmbio instável, à infraestrutura deficiente e ao preço do gás”, sugere.
A Fiesp calcula que a indústria de transformação vai crescer 2,4% este ano e que o PIB avance 3%.

A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) atribui o baixo crescimento do Produto Interno Bruto em 2012 à perda de competitividade brasileira nos últimos anos. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou hoje (1º) que a economia brasileira cresceu 0,9% na comparação com o ano passado.


Na avaliação do presidente da entidade, Paulo Skaf, o país já apresentava sinais ao longo do ano de que não conseguiria crescer de forma mais vigorosa. “Com a indústria de transformação caindo 2,5%, em 2012, depois de ficar estagnada em 2011, não há PIB no Brasil que consiga crescer”, declarou por meio de nota.


Ele destacou um estudo recente da Fiesp que mostra que o produto brasileiro tem um custo 34% maior ao consumidor do que o produto importado. "Esse custo adicional vem unicamente das dificuldades estruturais do país: o chamado Custo-Brasil. Com esse peso nas costas e o real valorizado, fica muito difícil competir com os importados. Com menor perspectiva de venda, acontece um processo de redução do investimento por aqui”, avaliou.


Skaf aposta em medidas que reduzam essa desvantagem para que a economia brasileira tenha melhores resultados neste ano. "Temos de buscar agora a ampliação da competitividade brasileira por meio da redução de custos nos portos do nosso país, além do combate constante à alta carga tributária, burocracia elevada, aos juros ainda entre os mais altos do mundo, ao câmbio instável, à infraestrutura deficiente e ao preço do gás”, sugere.


A Fiesp calcula que a indústria de transformação vai crescer 2,4% este ano e que o PIB avance 3%.

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