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Petroquímica

Fabricante estuda fechar capital da Polipropileno

16/02/2005 | 00h00

A Polibrasil estuda uma simplificação na sua estrutura societária, com a possibilidade de compra da participação dos minoritários da Polipropileno. A empresa espera a melhor oportunidade para adquirir a fatia hoje nas mãos de minoritários como o Itaú e o grupo Cevekol, falido nos anos 90.
"Caminhamos para fechar o capital da Polipropileno", disse o principal executivo da Polibrasil, José Ricardo Roriz Coelho. Hoje, os controladores - o grupo Suzano e a Basell, a joint-venture entre Basf e Shell - detêm por meio da Polibrasil Participações 98,11% da Polipropileno. Esta empresa, que reuniu os ativos de diversos sócios durante o período de privatização da petroquímica nos anos 90, controla a Polibrasil Resinas, a principal companhia operacional do grupo.
No fim do ano passado, a Suzano comprou por R$ 1,8 milhão as as ações que a Dow Química tinha na Polipropileno, que deixou a sociedade.
Roriz Coelho não adiantou data para o fechamento do capital e disse que não há necessidade de obter recursos no mercado de capitais para garantir seu crescimento. No futuro, a empresa tem a intenção de dar maior visibilidade aos investidores de sua estrutura societária.
Neste ano, a Polibrasil vai investir até US$ 25 milhões de um total de US$ 70 milhões para eliminar gargalos de suas unidades de Mauá e Duque de Caxias (RJ) no biênio de 2005-2006. A empresa espera que o BNDES e outros bancos liberem 70% do valor. O restante será feito com a geração própria de caixa. Com o investimento, a meta da Polibrasil é aumentar a capacidade em 250 mil toneladas e chegar ao total de 875 mil toneladas por ano em 2007.



Fonte: Valor Econômico
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