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Evento

Etanol também é destaque no WPC

18/06/2014 | 11h27

 

Durante a mesa-redonda “Sustainability of biofuels from different feedstocks” (Sustentabilidade dos biocombustíveis de diferentes matérias-primas), realizada no World Petroleum Congress (WPC), que acontece em Moscou, o diretor de Etanol da Petrobras Biocombustível, Milas Evangelista, destacou os benefícios do uso de biocombustíveis na redução das emissões de gases de efeito estufa e na melhoria da qualidade do ar nas principais cidades. O executivo informou ainda que o etanol de cana chega a evitar a emissão de 46 milhões de toneladas de CO2eq por ano no Brasil, e que o país tem um enorme potencial para aumentar a produção de etanol tanto pela expansão sustentável do plantio de cana como pelo aumento da produtividade. CO2eq é uma medida que expressa a quantidade de GEE (um dos principais gases causadores do efeito estufa) em termos equivalentes da quantidade de CO2.
"A Petrobras está investindo no desenvolvimento de novas variedades de cana e na tecnologia do etanol de segunda geração, o etanol celulósico, que pode aumentar a produção em até 40% a partir do aproveitamento do bagaço", exemplificou.
O diretor ressaltou que o crescimento da produção deve se manter. "A participação dos biocombustíveis na demanda de combustível para transporte rodoviário global deve sair dos atuais 3% para 8% em 2035, de acordo com projeções da Agência Internacional de Energia", comentou Evangelista, destacando que vários países já estabeleceram mandatos que requerem o uso de biocombustíveis em sua matriz energética.

Durante a mesa-redonda “Sustainability of biofuels from different feedstocks” (Sustentabilidade dos biocombustíveis de diferentes matérias-primas), realizada no World Petroleum Congress (WPC), que acontece em Moscou, o diretor de Etanol da Petrobras Biocombustível, Milas Evangelista, destacou os benefícios do uso de biocombustíveis na redução das emissões de gases de efeito estufa e na melhoria da qualidade do ar nas principais cidades. O executivo informou ainda que o etanol de cana chega a evitar a emissão de 46 milhões de toneladas de CO2eq por ano no Brasil, e que o país tem um enorme potencial para aumentar a produção de etanol tanto pela expansão sustentável do plantio de cana como pelo aumento da produtividade. CO2eq é uma medida que expressa a quantidade de GEE (um dos principais gases causadores do efeito estufa) em termos equivalentes da quantidade de CO2.

"A Petrobras está investindo no desenvolvimento de novas variedades de cana e na tecnologia do etanol de segunda geração, o etanol celulósico, que pode aumentar a produção em até 40% a partir do aproveitamento do bagaço", exemplificou.

O diretor ressaltou que o crescimento da produção deve se manter. "A participação dos biocombustíveis na demanda de combustível para transporte rodoviário global deve sair dos atuais 3% para 8% em 2035, de acordo com projeções da Agência Internacional de Energia", comentou Evangelista, destacando que vários países já estabeleceram mandatos que requerem o uso de biocombustíveis em sua matriz energética.

 



Fonte: Agência Petrobras
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