Hidrelétrica

Estudos de Impacto Ambiental do Complexo Tapajós ficam prontos em dezembro

Afirmação é da Eletrobras.

Agência Brasil
16/08/2013 10:50
Visualizações: 1015

 

A Eletrobras confirmou que planeja entregar ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em 15 de dezembro, os estudos de Impacto Ambiental (EIA) necessários à obtenção das licenças para construção das usinas hidrelétricas de São Luiz do Tapajós e de Jatobá, no Rio Tapajós, no oeste do Pará.
A data da entrega foi confirmada na quarta-feira (14), em Belém (PA), pelo superintendente de geração da Eletrobras, Sidney Lago, e pelo secretário executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia, Francisco Romário Wojcicki.
Controlada pelo governo brasileiro, a Eletrobras coordena o chamado Grupo de Estudos do Tapajós, responsável pelas análises da viabilidade ambiental dos empreendimentos e de aproveitamento hidroelétrico do Rio Tapajós. Também fazem parte do grupo as companhias Eletronorte, GDF Suez, Cemig, Copel, Neoenergia, EDF, Endesa Brasil e Camargo Corrêa.
O projeto inicial prevê que a Usina de São Luiz do Tapajós seja construída em Itaituba (PA) e que opere com uma potência instalada de 6.133 megawatts (MW). A Usina de Jatobá deverá ser instalada entre os municípios paraenses de Jacareacanga e Trairão, com 2.338 MW de potência.
Autorizado pelo governo federal, o grupo de estudo retomou, na última segunda-feira (12), as pesquisas sobre a flora e fauna da região e de aproveitamento hídrico do Rio Tapajós. Os resultados, segundo o Ministério de Minas e Energia, são necessários para a conclusão dos Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/Rima). Além disso, os dados fornecerão subsídios às futuras audiências e consultas públicas. Ainda de acordo com o ministério, o cadastramento socioeconômico dos moradores da região também vão ser retomados.
Os trabalhos estavam suspensos desde junho, quando índios mundurukus contrários aos empreendimentos fizeram reféns três biólogos que prestavam serviços à Eletrobras. Entre outras coisas, os índios cobram a regulamentação da Convenção 169  da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A norma internacional, da qual o Brasil é signatário, prevê que comunidades indígenas sejam consultadas previamente sobre iniciativas que afetem seus interesses.
Ao negociar a libertação dos três pesquisadores, assessores da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério da Justiça (MJ) acertaram que os estudos seriam suspensos e que líderes mundurukus e representantes do governo federal se reuniriam para discutir o processo de consulta às comunidades indígenas afetadas pelo empreendimento.
Na semana passada, quando anunciou que os estudos seriam retomados, o Ministério de Minas e Energia informou que já havia comunicado à Fundação Nacional do Índio (Funai) e que esta havia avisado às lideranças indígenas da região sobre a presença dos pesquisadores e técnicos. Ontem, em Belém, o secretário executivo adjunto do ministério acrescentou que as duas equipes de pesquisadores vão envolver mais de 200 profissionais que não vão ingressar em terras indígenas.
A primeira equipe, de Jatobá, deverá concluir os trabalhos em 10 de setembro. A segunda, de São Luiz do Tapajós, deve encerrar as pesquisas em 20 de novembro.

A Eletrobras confirmou que planeja entregar ao Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em 15 de dezembro, os estudos de Impacto Ambiental (EIA) necessários à obtenção das licenças para construção das usinas hidrelétricas de São Luiz do Tapajós e de Jatobá, no Rio Tapajós, no oeste do Pará.


A data da entrega foi confirmada na quarta-feira (14), em Belém (PA), pelo superintendente de geração da Eletrobras, Sidney Lago, e pelo secretário executivo adjunto do Ministério de Minas e Energia, Francisco Romário Wojcicki.


Controlada pelo governo brasileiro, a Eletrobras coordena o chamado Grupo de Estudos do Tapajós, responsável pelas análises da viabilidade ambiental dos empreendimentos e de aproveitamento hidroelétrico do Rio Tapajós. Também fazem parte do grupo as companhias Eletronorte, GDF Suez, Cemig, Copel, Neoenergia, EDF, Endesa Brasil e Camargo Corrêa.


O projeto inicial prevê que a Usina de São Luiz do Tapajós seja construída em Itaituba (PA) e que opere com uma potência instalada de 6.133 megawatts (MW). A Usina de Jatobá deverá ser instalada entre os municípios paraenses de Jacareacanga e Trairão, com 2.338 MW de potência.


Autorizado pelo governo federal, o grupo de estudo retomou, na última segunda-feira (12), as pesquisas sobre a flora e fauna da região e de aproveitamento hídrico do Rio Tapajós. Os resultados, segundo o Ministério de Minas e Energia, são necessários para a conclusão dos Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/Rima). Além disso, os dados fornecerão subsídios às futuras audiências e consultas públicas. Ainda de acordo com o ministério, o cadastramento socioeconômico dos moradores da região também vão ser retomados.


Os trabalhos estavam suspensos desde junho, quando índios mundurukus contrários aos empreendimentos fizeram reféns três biólogos que prestavam serviços à Eletrobras. Entre outras coisas, os índios cobram a regulamentação da Convenção 169  da Organização Internacional do Trabalho (OIT). A norma internacional, da qual o Brasil é signatário, prevê que comunidades indígenas sejam consultadas previamente sobre iniciativas que afetem seus interesses.


Ao negociar a libertação dos três pesquisadores, assessores da Secretaria-Geral da Presidência da República, da Fundação Nacional do Índio (Funai) e do Ministério da Justiça (MJ) acertaram que os estudos seriam suspensos e que líderes mundurukus e representantes do governo federal se reuniriam para discutir o processo de consulta às comunidades indígenas afetadas pelo empreendimento.


Na semana passada, quando anunciou que os estudos seriam retomados, o Ministério de Minas e Energia informou que já havia comunicado à Fundação Nacional do Índio (Funai) e que esta havia avisado às lideranças indígenas da região sobre a presença dos pesquisadores e técnicos. Ontem, em Belém, o secretário executivo adjunto do ministério acrescentou que as duas equipes de pesquisadores vão envolver mais de 200 profissionais que não vão ingressar em terras indígenas.


A primeira equipe, de Jatobá, deverá concluir os trabalhos em 10 de setembro. A segunda, de São Luiz do Tapajós, deve encerrar as pesquisas em 20 de novembro.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
BOGE 2026
Smart Control ganha destaque na Bahia Oil & Gas Energy 2...
08/06/26
Investimentos
Mar aberto para o crescimento: investimentos impulsionam...
08/06/26
Transmissão
ENGIE lidera projeto de tecnologia inédito e investe R$ ...
08/06/26
Aviação
O Brasil pode se tornar uma potência em SAF
08/06/26
Etanol
Mercado de etanol encerra a primeira semana de junho pre...
08/06/26
BRANDED CONTENT
Complexo de Energias Boaventura impulsiona o futuro ener...
05/06/26
PPSA
CNOOC e Petrochina arrematam cargas de Atapu e de Bacalh...
05/06/26
Descomissionamento
Ecovix e Gerdau finalizam desmontagem da plataforma P-32...
04/06/26
Biometano
Gás Verde e Knauf fecham parceria para fornecimento de b...
04/06/26
BOGE 2026
Mayekawa do Brasil presente na Bahia Oil & Gas Energy
03/06/26
Meio Ambiente
TIM amplia geração própria de energia renovável e usa in...
03/06/26
Investimento
Projeto de coleta de óleos e gorduras residuais irá rece...
03/06/26
BOGE 2026
WIKA apresenta soluções para medição e controle de proce...
03/06/26
Etanol
Brasil pode mais que dobrar produção de etanol até 2040 ...
03/06/26
GLP
Posicionamento do Sindigás sobre reunião da Diretoria Co...
03/06/26
Combustíveis
Petrobras aprova adesão à nova subvenção econômica e pre...
03/06/26
Resultado
Com 5,640 milhões de barris de óleo equivalente por dia ...
02/06/26
BOGE 2026
Bahia Oil & Gas Energy encerra edição histórica e projet...
02/06/26
Bolsa de Valores
Com mercado volátil, ações de petróleo, combustíveis e g...
02/06/26
BOGE 2026
NETZSCH do Brasil reforça liderança no setor de óleo e g...
01/06/26
BOGE 2026
Clark Solutions reforça atuação em eficiência Bahia Oil ...
01/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25