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Novo governo

Equipe de transição recomendará ao novo governo que valorize o setor sucroenergético, diz Temer

29/10/2018 | 17h36

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O presidente da República, Michel Temer, disse, nesta segunda-feira (29), na solenidade de abertura da Conferência DATAGRO, que irá determinar à equipe de transição que recomende ao novo governo que continue a prestigiar e valorizar o setor sucroenergético.

Em sua fala, Temer também ressaltou que até o final de seu mandato deverá assinar os decretos restantes para completa regulamentação do RenovaBio. "O RenovaBio é um programa tão importante que conciliou as pastas da Agricultura e do Meio Ambiente, estando totalmente conectado com o Acordo de Paris de redução de emissões."

Na cerimônia, o esforço do presidente Temer para aprovação do RenovaBio foi reconhecido com entrega de placa. Além de Temer, a solenidade contou com a presença de outras autoridades, entre as quais, os ministros Wellington Moreira Franco (Minas e Energia); o deputado-federal por Pernambuco, Fernando Bezerra Coelho Filho, também ex-ministro de Minas e Energia; Andrea Moura, superintendente Federal do Ministério da Agricultura no Estado de São Paulo; Dyogo Oliveira, presidente do BNDES, etc..

As mais importantes lideranças do setor sucroenergético nacional, entre dirigentes e executivos, também marcaram presença, como, por exemplo, Rubens Ometto (Cosan/Raízen); André Rocha (Fórum Nacional do Setor Sucroenergético; Luiz Roberto Pogetti (Copersucar); Luiz Mendonça (Atvos); Jacyr Costa (Tereos e Cosag/Fiesp); Sérgio Bortolozzo (Abramilho); Cesario Ramalho da Silva (Maizall); entre outros.

Anfitrião do evento, o presidente da DATAGRO, Plínio Nastari, enfatizou, em seu discurso, que o RenovaBio cria uma referência futura sobre o tamanho do mercado de biocombustíveis à frente, sem subsídios, e sem criar um novo imposto sobre o carbono.

"O RenovaBio cria um programa de certificação de eficiência energética e ambiental, para promover ganhos de produtividade, redução de custo e redução de preço ao consumidor", disse.

Nastari frisou, ainda, que os carros flex, com o uso do etanol, representam mais de 70% da frota brasileira, o que, segundo ele, "reduz a dependência brasileira da importação de petróleo, limpa o ar das cidades, combate o aquecimento global e promove desenvolvimento socioeconômico por meio da geração de renda e emprego".

Por sua vez, Moreira Franco assinalou que o modelo energético nacional, ancorado na fonte hídrica, não é mais o mais adequado. De acordo com o ministro, é preciso diversificar as fontes de energia, especialmente as limpas e renováveis, como as provenientes do segmento sucroenergético, com foco na segurança de abastecimento, preços mais baratos e corte de emissões.



Fonte: Datagro
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