Energia

Eletropaulo conecta placas solares à rede elétrica de São Paulo

Equipamento havia sido instalado em 2007.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
16/07/2013 17:34
Visualizações: 589

 

A Eletropaulo compareceu ao Greenpeace na sexta-feira (12) para conectar as placas solares do escritório de São Paulo à rede elétrica. As placas foram instaladas em 2007, mas foi a partir da resolução 481/2012 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), aprovada em dezembro, que a microgeração por meio de painéis solares, pequenas turbinas eólicas, geradores a biocombustíveis ou mesmo minicentrais hidrelétricas tornou-se possível.
Em fevereiro, o Greenpeace foi até uma das lojas da Eletropaulo e entregou os documentos necessários para a elaboração da Nota Técnica que seria feita pelos próprios engenheiros da concessionária. De lá pra cá, 141 dias se passaram e o Greenpeace teve que instalar um novo medidor que foi vistoriado, esperou pelo tão aguardado Parecer de Acesso e, voilà, finalmente conectou as placas solares à rede elétrica.
“Este é o primeiro estabelecimento em São Paulo a estar gerando energia e conectado à rede elétrica. Ainda temos [Eletropaulo] muito para melhorar e aprimorar, mas já aprendemos muito com este novo processo, esperamos que ainda mais residências e estabelecimentos passem a gerar energia, não apenas consumi-la”, disse Elio Vicentini, Engenheiro especialista da Eletropaulo.
Além de economia no bolso do consumidor, a geração de energia distribuída, com mini e microgeração, é uma importante passo para a consolidação das energias renováveis no Brasil, com especial benefício à solar. Segundo Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, “é muito positivo ver que nosso sistema finalmente está ligado à rede elétrica. A organização defende o uso e a promoção das energias renováveis no país e mostra, com este exemplo, que estas são opções cada vez mais viáveis”.

A Eletropaulo compareceu ao Greenpeace na sexta-feira (12) para conectar as placas solares do escritório de São Paulo à rede elétrica. As placas foram instaladas em 2007, mas foi a partir da resolução 481/2012 da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), aprovada em dezembro, que a microgeração por meio de painéis solares, pequenas turbinas eólicas, geradores a biocombustíveis ou mesmo minicentrais hidrelétricas tornou-se possível.


Em fevereiro, o Greenpeace foi até uma das lojas da Eletropaulo e entregou os documentos necessários para a elaboração da Nota Técnica que seria feita pelos próprios engenheiros da concessionária. De lá pra cá, 141 dias se passaram e o Greenpeace teve que instalar um novo medidor que foi vistoriado, esperou pelo tão aguardado Parecer de Acesso e, finalmente, conectou as placas solares à rede elétrica.


“Este é o primeiro estabelecimento em São Paulo a estar gerando energia e conectado à rede elétrica. Ainda temos [Eletropaulo] muito para melhorar e aprimorar, mas já aprendemos muito com este novo processo, esperamos que ainda mais residências e estabelecimentos passem a gerar energia, não apenas consumi-la”, disse Elio Vicentini, Engenheiro especialista da Eletropaulo.


Além de economia no bolso do consumidor, a geração de energia distribuída, com mini e microgeração, é uma importante passo para a consolidação das energias renováveis no Brasil, com especial benefício à solar. Segundo Ricardo Baitelo, coordenador da Campanha de Clima e Energia do Greenpeace Brasil, “é muito positivo ver que nosso sistema finalmente está ligado à rede elétrica. A organização defende o uso e a promoção das energias renováveis no país e mostra, com este exemplo, que estas são opções cada vez mais viáveis”.

 

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