Projeto

Dique seco do estaleiro da Wilson Sons será concluído em dezembro

Dique duplicará a capacidade de produção da empresa.

Redação TN
21/09/2012 14:43
Dique seco do estaleiro da Wilson Sons será concluído em dezembro Imagem: Banco de Imagens Wilson Sons Visualizações: 1024

O estaleiro Guarujá II, nova unidade da Wilson Sons, uma das maiores operadoras de serviços portuários, marítimos e logísticos do Brasil, já está em fase final de construção. O dique seco do empreendimento, que duplicará a capacidade de produção da empresa, será concluído no final de dezembro.



Segundo Arnaldo Calbucci, vice presidente da área de rebocadores offshore e estaleiros do Grupo e diretor da Wilson Sons Estaleiros, o Guarujá II é o principal projeto da empresa para o setor de óleo e gás, que irá ter condições de construir praticamente qualquer tipo de embarcação do setor. "O investimento na nova unidade, que começa a operar até o fim do ano, é de mais de R$100 milhões. O Guarujá II possui um dique seco com boca de 26 metros, o Guarujá I era limitado a uma boca de 16 metros", explica.



De acordo com o executivo, a Wilson Sons entrega 2 PSVs (navios de apoio a plataforma) por ano. E agora com o Guarujá II entregará cinco ao ano. A nova construção será focada para embarcações do Grupo Wilson Sons e para embarcações de terceiros. 80% do estaleiro do Grupo é voltado ao setor de óleo e gás.



Atualmente, a Wilson Sons possui em sua frota 14 PSVs e está construindo mais quatro (parte no Guarujá I e parte no II), e possui 76 rebocadores portuários - sendo mais de 50 deles com propulsão azimutal, e está entregando mais 2 este ano. O diretor comenta que será construída ainda uma série de mais 12 rebocadores a partir de 2013.



"Devemos colocar mais 10 PSVs só este ano. Além disso, estamos construindo também uma embarcação para apoio a operações de robôs submarinos para a holandesa Fugro", afirmou.



O Grupo vai investir US$1,5 bilhão de 2012 a 2017, o setor de petróleo e gás representa uma importante parcela. Calbucci informou que os rebocadores offshore representam 100% do faturamento da empresa na área de óleo e gás e os rebocadores portuários, 25%.

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