Indicadores

Custos industriais aumentam 2,5% no primeiro trimestre

Dados foram divulgados pela CNI.

Agência Brasil
05/06/2014 17:04
Visualizações: 825

 

Os custos industriais cresceram 2,5% no primeiro trimestre de 2014 na comparação com o último de 2013. Contribuíram para o resultado, que leva em consideração o ajuste sazonal, o aumento dos custos de capital de giro (10,9%), energia (3,3%), tributos (2,3%) e com pessoal (2,8%). No mesmo período, o custo de produção – formado pelos custos com energia, pessoal e bens intermediários, sem incluir portanto o gasto com capital de giro e tributos – o crescimento registrado ficou em 2,2%, também na comparação com o trimestre anterior.
Os números constam do Indicador de Custos Industriais do primeiro trimestre de 2014, divulgados hoje (5) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Se a comparação for com o primeiro trimestre de 2013, o crescimento do custo de produção ficou em 8,8%, tendo o custo com energia aumentado 5,6%. Os 12,5% de aumento do custo com óleo combustível foi o fator que exerceu maior influência neste índice.
O aumento nos preços relativos a bens intermediários foi 1,9% na comparação com o último trimestre de 2013. De acordo com a CNI, isso confirma uma desaceleração do crescimento desses custos, identificado nos terceiro e quarto trimestre do ano passado, que apresentaram índices de 4,7% e 2,1% respectivamente.
Em relação ao custo tributário, que aumentou 2,3%, a CNI destaca que apesar de ser o terceiro trimestre consecutivo de crescimento, há um diferencial: enquanto os aumentos anteriores tinham o ICMS como principal tributo, no primeiro trimestre de 2014 a liderança ficou com o IPI. “Isso já é uma consequência de o governo ter dado fim a algumas desonerações aplicadas sobre o IPI, especialmente para bens de consumo”, explicou à 'Agência Brasil' o gerente de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.
Ainda segundo a CNI, um dado que indica recuperação da competitividade internacional da indústria brasileira no início de 2014 foi o fato de os preços dos manufaturados importados terem sido superiores que os brasileiros. Enquanto os manufaturados importados aumentaram 3,4% e o norte-americano 4,8%, o brasileiro aumentou 2,1%. Isso, diz o estudo, se deve à desvalorização cambial da moeda brasileira, registrada no período.

Os custos industriais cresceram 2,5% no primeiro trimestre de 2014 na comparação com o último de 2013. Contribuíram para o resultado, que leva em consideração o ajuste sazonal, o aumento dos custos de capital de giro (10,9%), energia (3,3%), tributos (2,3%) e com pessoal (2,8%). No mesmo período, o custo de produção – formado pelos custos com energia, pessoal e bens intermediários, sem incluir portanto o gasto com capital de giro e tributos – o crescimento registrado ficou em 2,2%, também na comparação com o trimestre anterior.

Os números constam do Indicador de Custos Industriais do primeiro trimestre de 2014, divulgados hoje (5) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Se a comparação for com o primeiro trimestre de 2013, o crescimento do custo de produção ficou em 8,8%, tendo o custo com energia aumentado 5,6%. Os 12,5% de aumento do custo com óleo combustível foi o fator que exerceu maior influência neste índice.

O aumento nos preços relativos a bens intermediários foi 1,9% na comparação com o último trimestre de 2013. De acordo com a CNI, isso confirma uma desaceleração do crescimento desses custos, identificado nos terceiro e quarto trimestre do ano passado, que apresentaram índices de 4,7% e 2,1% respectivamente.

Em relação ao custo tributário, que aumentou 2,3%, a CNI destaca que apesar de ser o terceiro trimestre consecutivo de crescimento, há um diferencial: enquanto os aumentos anteriores tinham o ICMS como principal tributo, no primeiro trimestre de 2014 a liderança ficou com o IPI. “Isso já é uma consequência de o governo ter dado fim a algumas desonerações aplicadas sobre o IPI, especialmente para bens de consumo”, explicou à 'Agência Brasil' o gerente de pesquisa da CNI, Renato da Fonseca.

Ainda segundo a CNI, um dado que indica recuperação da competitividade internacional da indústria brasileira no início de 2014 foi o fato de os preços dos manufaturados importados terem sido superiores que os brasileiros. Enquanto os manufaturados importados aumentaram 3,4% e o norte-americano 4,8%, o brasileiro aumentou 2,1%. Isso, diz o estudo, se deve à desvalorização cambial da moeda brasileira, registrada no período.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Fenasucro
Pela primeira vez, Brasil recebe congresso latino-americ...
23/06/26
Energy Summit
Com quatro prêmios, ENGIE é destaque no Energy Summit Awards
23/06/26
Combustíveis
Distribuidoras de combustíveis cobram avanço imediato do...
23/06/26
Energy Summit
Energy Summit 2026: Tecnologias da Embrapii fortalecem a...
22/06/26
Energy Summit
Biodiesel e combustíveis renováveis entram no centro da ...
22/06/26
Gás Natural
ANP prorroga consulta pública sobre cálculo do Método do...
22/06/26
Rio de Janeiro
Anuário do Petróleo no Rio, da Firjan, destaca que recor...
22/06/26
Biometano
Com mercado cinco vezes maior desde 2020, setor de biome...
22/06/26
Petrobras
Com investimento estimado de US$ 1,2 bilhão, Petrobras a...
22/06/26
Combustíveis
Etanol fecha a semana em recuperação e mostra sinais de ...
22/06/26
Inteligência Artificial
Impacto industrial: Executivo brasileiro integra novo co...
20/06/26
Indústria Naval
Ecovix assina contrato para a construção de quatro navio...
19/06/26
Exportações
Para ONIP tributação sobre exportações de petróleo compr...
18/06/26
Aviação
Fórum IBP SAF reúne setor privado e agentes públicos par...
18/06/26
Pré-Sal
Consórcio de Libra liderado pela Petrobras contrata Cepe...
18/06/26
Eólica Offshore
Com representante no Comitê Diretor da CEM, o WFO reforç...
18/06/26
Combustíveis
ANP realiza segunda parte de audiência pública sobre car...
18/06/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 187 mil barris por ...
18/06/26
ANP
ANP faz pesquisa para aprimorar sua Carta de Serviços
17/06/26
Resultado
Atlas Portuário do ES: portos capixabas movimentam 137,5...
17/06/26
Hidrogênio Verde
SENAI CIMATEC, HYTRON e PETROGAL BRASIL (JV Galp/Sinopec...
17/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.