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América do Sul

Contra cartel, Peru estuda comprar gás da Bolívia

26/07/2005 | 00h00

O governo peruano está estudando a possibilidade de importar gás liquefeito de petróleo (GLP) de países vizinhos para reduzir o poder de fogo do cartel da commodity no país. Embora o Peru seja um produtor e exportador desse gás, o Ministério da Energia disse que está avaliando a compra do combustível para baratear seu preço no mercado interno. Bolívia e Equador seriam possíveis fornecedores.
Segundo Glodomiro Sánchez, titular da pasta, o governo peruano já teria iniciado negociações com esses dois países a fim de avaliar as chances de importar o GLP a preços reduzidos. "É uma proposta com a qual estamos trabalhando e nas próximas semanas faremos reuniões para avaliar o projeto", disse Sánchez.
Conforme explicou o ministro peruano, o alto preço do botijão de gás obedece aos distribuidores, que não querem diminuir suas margens de lucros. "Os engarrafadores disseram ter reduzido o preço, mas os distribuidores estão resistindo a uma redução também", disse Sánchez.
Segundo as engarrafadoras, o preço cobrado às distribuidoras é de 24,50 sóis novos (US$ 7,53 / R$ 17,90 ) e chega ao mercado a 31 sóis novos (US$ 9,53 / R$ 22,64).
Um aspecto curioso deste projeto é o fato de que o Peru é um importante produtor deste hidrocarboneto e atualmente estuda a possibilidade de construir um anel energético para toda a América do Sul a partir deste país, substituindo assim as exportações bolivianas, diante da crise política que assola a Bolívia.



Fonte: Valor Econômico
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