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Pesquisa

CFOs brasileiros acreditam na estabilidade da economia global

14/11/2013 | 08h51

 

Os executivos de finanças brasileiros estão otimistas em relação à economia global.  Esta é uma das principais conclusões da pesquisa realizada pela Deloitte durante o encontro “A Jornada do CFO”. O evento, que reuniu aproximadamente 80 CFOs de setores como manufatura, tecnologia, mídia e telecomunicações, varejo e infraestrutura, discutiu entre outros assuntos, a carreira e o novo papel do líder financeiro, desafios, tendências e perspectivas para economia global e os impactos sobre o Brasil. A maioria (55%) deles enxergam como estável o desempenho futuro das maiores economias do mundo, enquanto 33% o veem como muito melhor em um ano.

Os executivos de finanças brasileiros estão otimistas em relação à economia global.  Esta é uma das principais conclusões da pesquisa realizada pela Deloitte durante o encontro “A Jornada do CFO”. O evento, que reuniu aproximadamente 80 CFOs de setores como manufatura, tecnologia, mídia e telecomunicações, varejo e infraestrutura, discutiu entre outros assuntos, a carreira e o novo papel do líder financeiro, desafios, tendências e perspectivas para economia global e os impactos sobre o Brasil. A maioria (55%) deles enxergam como estável o desempenho futuro das maiores economias do mundo, enquanto 33% o veem como muito melhor em um ano.

Como os CFOs enxergam as perspectivas para a economia global e os impactos sobre o Brasil (em %, resposta única)

Entretanto, apesar de estarem otimistas, política e economia ainda são os riscos externos que mais preocupam os executivos de finanças (36% e 32%, respectivamente).  Já em relação ao valor atual da empresa, considerando a volatilidade do mercado, mais da metade (53%) diz que a percepção do mercado está abaixo do esperado (47% abaixo do esperado e 6% muito abaixo do esperado), enquanto 39% entendem que o valor percebido está correto.

O crescimento da economia (considerando a local, dos EUA, Europa e China) é o fator externo que mais pode impactar o desempenho da empresa ao longo dos próximos 12 meses para 31%, enquanto 22% acreditam no custo de capital e mudanças cambiais. Para outros 18% a disponibilidade de talentos é o fator externo mais impactante. “O novo papel do CFO trouxe uma mudança na agenda de compromissos, prova disso é que parte deles já tem planos de investimento para os novos profissionais. É preciso atrair, treinar e reter os talentos. Eles são fundamentais para o crescimento sustentável da empresa”, analisa José Othon de Almeida, sócio líder do CFO Program da Deloitte.
Desafios

O relacionamento com os principais stakeholders foi apontado por 39% dos CFOs como a maior dificuldade enfrentada no novo cargo, já a gestão de tempo foi apontada por 33% dos entrevistados, enquanto outros 28% disseram que conhecer sua equipe de finanças foi a maior dificuldade. Considerando as quatro faces do CFO, 44% dedicam a maior parte de seu tempo ao papel de controlador. Para 28% a dedicação maior é no papel de catalisador e para 17% no de operador.
Principais papéis desempenhados pelos CFOs nas organizações (em %, resposta única)



Ainda que os presidentes do conselho e do comitê de auditoria sejam pessoas de alta importância nas empresas, os CEOs ainda são considerados pelos executivos de finanças, 73% dos entrevistados, o stakeholder mais importante dentro da organização.
Operação

Em relação ao risco interno que mais preocupa os CFOs, 46% responderam que são as estratégias mal definidas ou executadas. Para 22% dos participantes a sucessão dos executivos ou perda de pessoal-chave foi considerada o risco interno mais preocupante.
Segundo os CFOs, as empresas planejam investir, nos próximos 12 meses, em crescimento orgânico, aquisições, tecnologia, pesquisa ou treinamento (45%), melhoraria das margens (33%) e no autofinanciamento o negócio: pagamento de dívidas, distribuição de dividendos, hedging (23%).
Mais destaques da enquete realizada durante a “A Jornada do CFO”

- Nos próximos 18 meses, o foco das empresas, segundo os CFOs, será prioritariamente o crescimento de receita (77%). Apenas 23% direcionar os esforços para redução de custos.
- O foco da gestão de riscos das empresas nos últimos anos tem sido a melhoria no diagnóstico, nos planos de contingência, na mitigação e nos controles (36%).



Fonte: Redação TN/ Ascom Deloitte
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