Pesquisa

Cerca de US$ 110 bilhões poderiam ser economizados com eficiência energética

Este é o resultado obtido após análise de 150 diagnósticos nacionais e do novo mapa mundial de políticas em iluminação eficiente.

Redação / Agência
16/07/2012 14:56
Visualizações: 1238

 

Um total de 5% do consumo global de eletricidade poderia ser economizado todos os anos através de uma transição para formas de iluminação mais eficientes, resultando em poupanças anuais de US$ 110 bilhões em todo o mundo. Este é o resultado obtido após análise de 150 diagnósticos nacionais e do novo mapa mundial de políticas em iluminação eficiente, divulgados durante a Rio+20 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e parceiros.
Em alguns casos, os diagnósticos mostram que as economias e os benefícios em termos de mitigação das mudanças climáticas que podem ser alcançados - através da eliminação gradual de iluminação incandescente em países em desenvolvimento e em países de renda média - são muito mais significativos do que o sugerido por estudos anteriores.
Uma eliminação progressiva da iluminação ineficiente poderia gerar economias anuais de eletricidade equivalentes ao fechamento de mais de 250 grandes centrais elétricas a carvão, o que representa cerca de 210 bilhões de dólares de economia em investimentos. Além disso, as 490 megatoneladas (Mt) de redução de CO2 por ano são equivalentes às emissões de mais de 122 milhões de carros de tamanho médio.
No próximo mês, um grupo de 14 países-piloto tentará alcançar esses objetivos como parte do Programa de Parcerias para uma Eficiência Global, coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e outros parceiros. Os países vão desenvolver programas nacionais de redução gradual de iluminação ineficiente com o apoio de especialistas da iniciativa en.lighten: uma parceria público-privada liderada pelo PNUMA e pelo GEF (Fundo para o Meio Ambiente Global, na sigla em inglês), em colaboração com a Philips Lighting, Osram AG e o National Lighting Test Centre na China.
Clique aqui e saiba mais sobre o projeto.

Um total de 5% do consumo global de eletricidade poderia ser economizado todos os anos através de uma transição para formas de iluminação mais eficientes, resultando em poupanças anuais de US$ 110 bilhões em todo o mundo. Este é o resultado obtido após análise de 150 diagnósticos nacionais e do novo mapa mundial de políticas em iluminação eficiente, divulgados durante a Rio+20 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e parceiros.


Em alguns casos, os diagnósticos mostram que as economias e os benefícios em termos de mitigação das mudanças climáticas que podem ser alcançados - através da eliminação gradual de iluminação incandescente em países em desenvolvimento e em países de renda média - são muito mais significativos do que o sugerido por estudos anteriores.


Uma eliminação progressiva da iluminação ineficiente poderia gerar economias anuais de eletricidade equivalentes ao fechamento de mais de 250 grandes centrais elétricas a carvão, o que representa cerca de 210 bilhões de dólares de economia em investimentos. Além disso, as 490 megatoneladas (Mt) de redução de CO2 por ano são equivalentes às emissões de mais de 122 milhões de carros de tamanho médio.


No próximo mês, um grupo de 14 países-piloto tentará alcançar esses objetivos como parte do Programa de Parcerias para uma Eficiência Global, coordenado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e outros parceiros. Os países vão desenvolver programas nacionais de redução gradual de iluminação ineficiente com o apoio de especialistas da iniciativa en.lighten: uma parceria público-privada liderada pelo PNUMA e pelo GEF (Fundo para o Meio Ambiente Global, na sigla em inglês), em colaboração com a Philips Lighting, Osram AG e o National Lighting Test Centre na China.


Clique aqui e saiba mais sobre o projeto.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Pessoas
Alessandra Davolio Gomes assume a direção de um dos maio...
02/07/26
Bacia Potiguar
BRAVA Energia inaugura Centro de Operações Integradas e ...
02/07/26
Tecnologia e Inovação
ABPIP desenvolve ecossistema próprio de inteligência art...
02/07/26
Etanol de milho
Atvos lança Pedra Fundamental da primeira planta de etan...
02/07/26
Reconhecimento
Constellation é a única empresa do setor de perfuração d...
02/07/26
Gestão do Conhecimento
200 mil pessoas, zero tolerância para treinamento que nã...
01/07/26
Resultado
Com 5,597 milhões de boe/d, a produção nacional de petró...
01/07/26
Bioenergia
Hora do jogo: começa hoje o 19º Congresso Nacional da Bi...
01/07/26
Firjan
ABDAN e FIRJAN lançam Agenda Nuclear para um Brasil Comp...
01/07/26
SOG 2026
Distribuição de gás em Sergipe entra na agenda estratégi...
30/06/26
Energy Summit
CPFL Energia está entre os destaques do Energy Summit Aw...
30/06/26
Resultado
ANP divulga dados consolidados do setor regulado em 2025
30/06/26
Energy Summit
Copa Energia lança desafio de inteligência artificial pa...
30/06/26
Fenasucro
FenaBio debate avanço do SAF e o papel do Brasil na avia...
30/06/26
Transição Energética
Evento reúne especialistas para discutir os desafios e o...
29/06/26
ANP
Royalties: valores referentes à produção de abril foram ...
29/06/26
Combustível
Etanol fecha a semana em alta e amplia recuperação no me...
29/06/26
Margem Equatorial
Aprovada a indicação de 86 blocos na Margem Equatorial p...
27/06/26
Oferta Permanente
Oferta Permanente: ANP divulga empresas aptas a particip...
26/06/26
Energia Elétrica
Demanda por energia elétrica cai quase 11% nos jogos do ...
26/06/26
FPSO
MODEC e Eld Energy assinam Memorando de Entendimento par...
26/06/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.