Inovação

Brasil será o primeiro a produzir biocombustível de algas em escala comercial

O projeto é uma parceria entre a SAT e o grupo JB. A planta será construída no Recife.


06/07/2012 15:20
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A See Algae Technology (SAT), empresa líder no fornecimento de infraestrutura para produção industrial de algas, anunciou nesta sexta-feira (6) a assinatura de um acordo para fornecer e instalar a sua primeira planta comercial para produção de Biodiesel e Bioetanol de Algas no Recife para o grupo brasileiro JB, um dos líderes na produção de etanol de cana na Região Nordeste do Brasil.
Sob um contrato de € 8 milhões, a SAT vai projetar uma fazenda de algas - que começará a ser construída no início de 2013 adjacente à usina de Vitória de Santo Antão - e fornecer a tecnologia de produção ao Grupo JB, além de supervisionar a instalação e garantir sua produtividade inicial.
Esse é o primeiro projeto comercial de produção de biocombustível a partir de algas no Brasil e no mundo. A tecnologia possui impacto ambiental menor do que outras fontes tradicionais de biocombustíveis, por alcançar grandes volumes de produção em uma área menor, sem ocupar terras férteis necessárias para plantio da agricultura.
Quando instalada, a fazenda será utilizada para produzir bioetanol a partir de algas geneticamente modificadas e biodiesel, bioquímicos e ração animal por meio de algas naturais. A unidade terá capacidade de produção de até 1,2 milhão de litros de biodiesel, ou até 2,2 milhões de litros de etanol por ano. A proteína das algas naturais será utilizada como substituição para a soja na alimentação de rebanhos na pecuária e na criação de peixes.
Para tanto, o projeto consumirá 5 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) separadas da caldeira que queima bagaço de cana do Grupo JB, evitando que estas sejam emitidas para a atmosfera. Este processo é conhecido como Captura e Utilização de Carbono, uma das mais importantes estratégias para mitigação das mudanças climáticas atuais.
Separadamente, a SAT também fechou uma marketing joint venture com o Grupo JB para, em conjunto, comercializar a tecnologia de produção de alga da companhia no Brasil.
“Estamos muito orgulhosos de ter o Grupo JB não apenas como nosso primeiro cliente de tecnologia de produção de algas, mas também como nosso parceiro estratégico de marketing”, afirmou o CEO da SAT, Joachim Grill. “Acreditamos que nossa parceria marca um significante passo na evolução de nossa companhia e valida tanto a nossa tecnologia exclusiva quanto a viabilidade comercial das algas, especialmente para uso como ração e biocombustível”, acrescentou.

A See Algae Technology (SAT), empresa líder no fornecimento de infraestrutura para produção industrial de algas, anunciou nesta sexta-feira (6) a assinatura de um acordo para fornecer e instalar a sua primeira planta comercial para produção de Biodiesel e Bioetanol de Algas no Recife para o grupo brasileiro JB, um dos líderes na produção de etanol de cana na Região Nordeste do Brasil.


Sob um contrato de € 8 milhões, a SAT vai projetar uma fazenda de algas - que começará a ser construída no início de 2013 adjacente à usina de Vitória de Santo Antão - e fornecer a tecnologia de produção ao Grupo JB, além de supervisionar a instalação e garantir sua produtividade inicial.


Esse é o primeiro projeto comercial de produção de biocombustível a partir de algas no Brasil e no mundo. A tecnologia possui impacto ambiental menor do que outras fontes tradicionais de biocombustíveis, por alcançar grandes volumes de produção em uma área menor, sem ocupar terras férteis necessárias para plantio da agricultura.


Quando instalada, a fazenda será utilizada para produzir bioetanol a partir de algas geneticamente modificadas e biodiesel, bioquímicos e ração animal por meio de algas naturais. A unidade terá capacidade de produção de até 1,2 milhão de litros de biodiesel, ou até 2,2 milhões de litros de etanol por ano. A proteína das algas naturais será utilizada como substituição para a soja na alimentação de rebanhos na pecuária e na criação de peixes.


Para tanto, o projeto consumirá 5 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2) separadas da caldeira que queima bagaço de cana do Grupo JB, evitando que estas sejam emitidas para a atmosfera. Este processo é conhecido como Captura e Utilização de Carbono, uma das mais importantes estratégias para mitigação das mudanças climáticas atuais.


Separadamente, a SAT também fechou uma marketing joint venture com o Grupo JB para, em conjunto, comercializar a tecnologia de produção de alga da companhia no Brasil.


“Estamos muito orgulhosos de ter o Grupo JB não apenas como nosso primeiro cliente de tecnologia de produção de algas, mas também como nosso parceiro estratégico de marketing”, afirmou o CEO da SAT, Joachim Grill. “Acreditamos que nossa parceria marca um significante passo na evolução de nossa companhia e valida tanto a nossa tecnologia exclusiva quanto a viabilidade comercial das algas, especialmente para uso como ração e biocombustível”, acrescentou.

 

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