Economia

BC mantém projeção de saldo negativo de US$ 80 bilhões nas contas externas

Valor chega a US$ 80 bilhões em 2014.

Agência Brasil
24/06/2014 12:31
Visualizações: 929

 

O Banco Central (BC) manteve projeção para o déficit em transações correntes - o resultado das operações com o exterior, incluindo a compra e venda de mercadorias e os serviços  – em US$ 80 bilhões, este ano. Em relação a tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) – o saldo negativo deve ficar em 3,47%, contra 3,59% previstos anteriormente. O BC faz revisões nas projeções trimestralmente.
A estimativa para o saldo da balança comercial (exportações e importações), neste ano, caiu ainda mais, ao passar de US$ 8 bilhões, previstos em março, para US$ 5 bilhões.
Já a previsão para o déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) foi reduzida de US$ 51,2 bilhões para US$ 47,6 bilhões.
Para a conta de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) foi mantida a estimativa de saldo negativo de US$ 39,9 bilhões.
A previsão para o ingresso líquido de transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) foi ajustada de US$ 3,1 bilhões para US$ 2,5 bilhões.
De janeiro a maio, o déficit em transações correntes ficou em US$ 40,074 bilhões, contra US$ 39,295 bilhões, em igual período de 2013. Esse saldo negativo correspondeu a 4,26% do PIB.
Quando o país tem déficit em conta-corrente, ou seja, gasta além da renda do país, é preciso financiar esse resultado com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado no exterior. O investimento estrangeiro direto (IED), que vai para o setor produtivo da economia, é considerado a melhor forma de financiar, por ser de longo prazo.
Entretanto, o BC não espera que neste ano, o IED financie todo o saldo negativo. A projeção para 2014 é que os investimentos estrangeiros diretos cheguem a US$ 63 bilhões, a mesma estimativa anterior. Em relação ao PIB, o IED deve ficar em 2,73%, contra 2,83% previstos anteriormente pelo BC. Nos cinco meses deste ano, o IED chegou a US$ 25,34 bilhões.
A previsão do BC para o investimento estrangeiro em ações negociadas no Brasil e no exterior é US$ 12 bilhões, contra US$ 5 bilhões, previstos anteriormente. Para o investimento em títulos negociados no país, a estimativa é US$ 18 bilhões, ante a projeção anterior de US$ 15 bilhões.

O Banco Central (BC) manteve projeção para o déficit em transações correntes - o resultado das operações com o exterior, incluindo a compra e venda de mercadorias e os serviços  – em US$ 80 bilhões, este ano. Em relação a tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB) – o saldo negativo deve ficar em 3,47%, contra 3,59% previstos anteriormente. O BC faz revisões nas projeções trimestralmente.

A estimativa para o saldo da balança comercial (exportações e importações), neste ano, caiu ainda mais, ao passar de US$ 8 bilhões, previstos em março, para US$ 5 bilhões.

Já a previsão para o déficit na conta de serviços (viagens internacionais, transportes, aluguel de equipamentos, seguros, entre outros) foi reduzida de US$ 51,2 bilhões para US$ 47,6 bilhões.

Para a conta de rendas (remessas de lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) foi mantida a estimativa de saldo negativo de US$ 39,9 bilhões.

A previsão para o ingresso líquido de transferências unilaterais correntes (doações e remessas de dólares que o país faz para o exterior ou recebe de outros países, sem contrapartida de serviços ou bens) foi ajustada de US$ 3,1 bilhões para US$ 2,5 bilhões.

De janeiro a maio, o déficit em transações correntes ficou em US$ 40,074 bilhões, contra US$ 39,295 bilhões, em igual período de 2013. Esse saldo negativo correspondeu a 4,26% do PIB.

Quando o país tem déficit em conta-corrente, ou seja, gasta além da renda do país, é preciso financiar esse resultado com investimentos estrangeiros ou tomar dinheiro emprestado no exterior. O investimento estrangeiro direto (IED), que vai para o setor produtivo da economia, é considerado a melhor forma de financiar, por ser de longo prazo.

Entretanto, o BC não espera que neste ano, o IED financie todo o saldo negativo. A projeção para 2014 é que os investimentos estrangeiros diretos cheguem a US$ 63 bilhões, a mesma estimativa anterior. Em relação ao PIB, o IED deve ficar em 2,73%, contra 2,83% previstos anteriormente pelo BC. Nos cinco meses deste ano, o IED chegou a US$ 25,34 bilhões.

A previsão do BC para o investimento estrangeiro em ações negociadas no Brasil e no exterior é US$ 12 bilhões, contra US$ 5 bilhões, previstos anteriormente. Para o investimento em títulos negociados no país, a estimativa é US$ 18 bilhões, ante a projeção anterior de US$ 15 bilhões.

 

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