P&D

Baker Hughes inaugura centro de pesquisa no Rio

A norte-americana Baker Hughes, que fornece equipamentos, serviços e softwares para a indústria de petróleo e gás, inaugura hoje pela manhã, no Parque Tecnológico do Rio, seu primeiro centro de pesquisa no país com o objetivo desenvolver tecnologias adequadas aos desafios relacionados ao pré

Redação
07/10/2011 09:16
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A norte-americana Baker Hughes, que fornece equipamentos, serviços e softwares para a indústria de petróleo e gás, inaugura hoje pela manhã, no Parque Tecnológico do Rio, seu primeiro centro de pesquisa no país com o objetivo desenvolver tecnologias adequadas aos desafios relacionados ao pré-sal e dar suporte ao desenvolvimento de tecnologia avançada para E&P offshore no Brasil.
 
 
"As demandas tecnológicas do pré-sal foram o grande motivo da instalação deste centro no país, mas ele será voltado regionalmente para nossos negócios na América Latina. Obviamente ele será nosso foco inicial, 70 a 80% das nossas atividades aqui serão voltadas para as demandas do pré-sal", disse César Muniz, diretor do centro de pesquisa e tecnologia da empresa na América Latina.
 
 
A parceria entre a Baker e a Petrobras, foi firmada no dia 1º de julho de 2009, e se deu através da assinatura de um acordo de cooperação voltado para pesquisa e desenvolvimento de tecnologias para as áreas de poço, reservatórios e elevação e escoamento de petróleo, com foco nos projetos do pré-sal brasileiro. A implantação do centro de pesquisa no Parque Tecnológico faz parte dessa carteira de projetos.
 
 
 
O centro de pesquisas da multinacional oferecerá aos clientes soluções para todo o ciclo de vida do poço, promovendo eficiências operacionais e a redução de custos para a construção de poços, produtividade do reservatório e otimização do fator de recuperação. A Baker Hughes investiu cerca de US$ 50 milhões na construção de seus laboratórios, que devem empregar entre 100 e 110 pessoas, a maioria dos pesquisadores com alto grau de especialização. 
 
 
"Vamos ter capacitação para desenvolver tecnologia para perfuração, completação, avaliação de formações, construção de poços, caracterização de reservatórios, etc. O centro conta com uma oficina cujo objetivo é basicamente manipular protótipos de ferramentas pilotos de forma a prepará-las para realizar testes em campos e temos quatro laboratórios, analíticos que manipulam produtos químicos para fabricar outros utilizáveis na construção, produção e completação de poços; e laboratórios mais especializados para manipular e realizar, dentre outros, testes em fluidos químicos como por exemplo análise de termodinâmica dos fluidos produzidos nos campos de petróleo, detecção de viscosidade, laboratório de cimentação e de física de rochas, além de escritórios e salas de reunião", informou o diretor.


Segundo Muniz, o empreendimento contará com equipamentos de alta previsão mas eles ainda não chegaram no país pois tiveram que ser importados do exterior. Os equipamentos devem chegar a partir de janeiro de 2012, quando começará a operação. "Não existe fabricante desses equipamentos aí tivemos que importar da Alemanha, Estados Unidos e Suíça", disse.


As obras do centro foram iniciadas em novembro do ano passado, mas de acordo com ele demoraram um pouco para iniciar devido a burocracia local. "Atrasamos o início da obra para novembro, mas felizmente conseguimos superar este atraso incial e mantivemos a data de inauguração como previsto", apontou.


O diretor da Baker informou que a empresa está em processo de contratação de mão de obra, buscando profissionais especializados locais especialmente mestres, doutores e jovens graduados. "Queremos nos integrar a academia local, inclusive já temos parcerias com as principais universidades e institutos de pesquisa do país", ressaltou.


O executivo comentou ainda que a Baker atualmente esta construindo um centro de pesquisa e tecnologia semelhante a este do Brasil no Oriente Médio, para atender as demandas offshore da região. Ele estará em pleno funcionamento também no início de 2012.





 
 
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