Gás Natural

Austrália dá luz verde a projeto de gás de US$ 42 bilhões

Agência Estado
27/08/2009 03:36
Visualizações: 852
A decisão do governo da Austrália de conceder aprovação para a expansão do projeto de gás natural Gorgon, na costa noroeste do país, avaliado em 50 bilhões de dólares australianos (US$ 42 bilhões), eliminou o último grande obstáculo regulatório para o que poderá ser uma das maiores operações mundiais de gás natural. Companhias de energia globais estão brigando para explorar reservas de gás na área para exportar como gás natural liquefeito a compradores ávidos por energia, especialmente da Ásia.


O governo da Austrália já havia autorizado uma versão inicial do projeto em 2007, mas os desenvolvedores da área - a Chevron Corp., a ExxonMobil e a Royal Dutch Shell - ampliaram o projeto, o que exigiu uma nova rodada de aprovações. A Chevron é o operador do projeto, com 50% de participação. A ExxonMobil e a Royal Dutch Shell controlam 25% cada uma.


O governo do Estado da Austrália Ocidental já havia endossado o projeto ampliado, deixando para o governo federal a aprovação final. Ao conceder a aprovação, ministro do Meio Ambiente australiano, Peter Garrett, impôs 28 condições adicionais ao projeto.


A aprovação ambiental é a maior barreira regulatória para o projeto e apenas algumas outras questões ainda precisam ser solucionadas, incluindo uma licença federal de produção, que deverá ser concedida nos próximos meses. Agora as companhias têm de tomar suas próprias decisões finais sobre investimento antes de proceder com o projeto.


Recentemente os parceiros no projeto assinaram uma série de acordos com compradores em mercados importantes, como Japão, China e Índia. No mais recente deles, fechado neste mês, a Exxon concordou em fornecer 2,25 milhões de toneladas de gás natural liquefeito anualmente durante 20 anos para a PetroChina, unidade listada em bolsa de China National Petroleum Corp.


O campo Gorgon tem reservas potenciais de mais de 40 trilhões de pés cúbicos de gás e uma vida econômica estimada em, no mínimo, 40 anos.
 
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