Petróleo e Gás

ANP: desafio é dobrar as reservas e a produção de petróleo

Meta é para s próximos dez anos.

Agência Brasil
16/04/2013 09:58
ANP: desafio é dobrar as reservas e a produção de petróleo Imagem: Diretora-Geral da ANP, Magda Chambriard. André Maceira Visualizações: 689

 

Dobrar em dez anos a produção de petróleo e gás natural e as reservas provadas do país, atualmente da ordem de 15 bilhões, é o desafio do setor nacional de hidrocarbonetos, disse na segunda-feira (15) a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard. Segundo ela, a indústria do petróleo já responde por 63% dos investimentos feitos pelo país e precisará investir na próxima década cerca de US$ 400 bilhões somente na área de serviços para atender ao setor observando a exigência de conteúdo nacional.
“A exigência de conteúdo nacional mínimo nos projetos da área de serviço voltados para a indústria petrolífera criou um nicho de oportunidades para as empresas brasileiras e estrangeiras radicadas no país que não pode ser desprezado. Está claro que a Petrobras é a principal empresa demandadora desses serviços, mas também estão surgindo outras empresas estrangeiras aqui radicadas, como a Shell, a British Petroleum (BP), além das brasileiras que estão crescendo como a OGX e a Queiróz Galvão - todas obtendo êxito e se expandindo no setor petróleo”, disse.
A diretora-geral da ANP lembrou, ainda, que 60 mil empregos foram criados no país em decorrência da exigência de conteúdo local mínimo e da revitalização da indústria naval. “E não haverá retrocesso. Foram criados para ficar”, ressaltou.
A executiva destacou que na 11ª Rodada de Licitação, prevista para maio, o governo procurou descentralizar as áreas ofertadas, que a exceção de alguns blocos no Espírito Santo, estão todas localizadas no Nordeste e no Norte do país.
“São ao todo dez estados que serão beneficiados na rodada. Há todo um esforço do governo de descentralizar a atividade de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. Em sua grande maioria, blocos em áreas de nova fronteira. Temos petróleo em terra e mar. Queremos mostrar que o Brasil, quando se pensa petróleo, é muito mais que só o Sudeste e o pré-sal”.
Ao falar para empresários ligados ao Lide-Rio - Grupo de Líderes Empresários, com o objetivo de discutir a 11ª Rodada de Licitação e o pré-sal - Magda Chambriard informou que a ANP já habilitou 61 das 71 empresas que manifestaram interesse em participar da licitação. O órgão está concluindo o processo de qualificação. As empresas terão até o próximo dia 26 para apresentar as garantias que viabilizarão a sua participação na rodada.
A agência pretende assinar os contratos de concessão decorrentes desta rodada, simbolicamente, no dia 6 de agosto deste ano, exatamente 15 anos depois da assinatura dos primeiros contratos da chamada Rodada Zero, que deu início ao processo de flexibilização do setor petróleo no país.
Ela disse, ainda, que a ANP está reavaliando a participação da HRT como operadora em águas profundas no leilão de áreas exploratórias previsto para maio. A comissão de licitação da ANP habilitou a empresa como operadora A (que dá direito a operar em águas profundas), mas a diretora-geral questionou a experiência da companhia. "A HRT é uma empresa que está indo bem, investiu bastante, está operando direitinho e se habilitou para a 11ª rodada com muita pontuação. No entanto, o nosso edital exige e ela precisa comprovar se de fato tem experiência para operar no mar", disse.

Dobrar em dez anos a produção de petróleo e gás natural e as reservas provadas do país, atualmente da ordem de 15 bilhões, é o desafio do setor nacional de hidrocarbonetos, disse na segunda-feira (15) a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Magda Chambriard. Segundo ela, a indústria do petróleo já responde por 63% dos investimentos feitos pelo país e precisará investir na próxima década cerca de US$ 400 bilhões somente na área de serviços para atender ao setor observando a exigência de conteúdo nacional.


“A exigência de conteúdo nacional mínimo nos projetos da área de serviço voltados para a indústria petrolífera criou um nicho de oportunidades para as empresas brasileiras e estrangeiras radicadas no país que não pode ser desprezado. Está claro que a Petrobras é a principal empresa demandadora desses serviços, mas também estão surgindo outras empresas estrangeiras aqui radicadas, como a Shell, a British Petroleum (BP), além das brasileiras que estão crescendo como a OGX e a Queiróz Galvão - todas obtendo êxito e se expandindo no setor petróleo”, disse.


A diretora-geral da ANP lembrou, ainda, que 60 mil empregos foram criados no país em decorrência da exigência de conteúdo local mínimo e da revitalização da indústria naval. “E não haverá retrocesso. Foram criados para ficar”, ressaltou.


A executiva destacou que na 11ª Rodada de Licitação, prevista para maio, o governo procurou descentralizar as áreas ofertadas, que a exceção de alguns blocos no Espírito Santo, estão todas localizadas no Nordeste e no Norte do país.


“São ao todo dez estados que serão beneficiados na rodada. Há todo um esforço do governo de descentralizar a atividade de exploração e produção de petróleo e gás no Brasil. Em sua grande maioria, blocos em áreas de nova fronteira. Temos petróleo em terra e mar. Queremos mostrar que o Brasil, quando se pensa petróleo, é muito mais que só o Sudeste e o pré-sal”.


Ao falar para empresários ligados ao Lide-Rio - Grupo de Líderes Empresários, com o objetivo de discutir a 11ª Rodada de Licitação e o pré-sal - Magda Chambriard informou que a ANP já habilitou 61 das 71 empresas que manifestaram interesse em participar da licitação. O órgão está concluindo o processo de qualificação. As empresas terão até o próximo dia 26 para apresentar as garantias que viabilizarão a sua participação na rodada.


A agência pretende assinar os contratos de concessão decorrentes desta rodada, simbolicamente, no dia 6 de agosto deste ano, exatamente 15 anos depois da assinatura dos primeiros contratos da chamada Rodada Zero, que deu início ao processo de flexibilização do setor petróleo no país.


Ela disse, ainda, que a ANP está reavaliando a participação da HRT como operadora em águas profundas no leilão de áreas exploratórias previsto para maio. A comissão de licitação da ANP habilitou a empresa como operadora A (que dá direito a operar em águas profundas), mas a diretora-geral questionou a experiência da companhia. "A HRT é uma empresa que está indo bem, investiu bastante, está operando direitinho e se habilitou para a 11ª rodada com muita pontuação. No entanto, o nosso edital exige e ela precisa comprovar se de fato tem experiência para operar no mar", disse.

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