Aquisição

A&M Infra adquire Ignis, plataforma de inteligência e dados do mercado brasileiro de óleo e gás, desenvolvida pela consultoria Gas Energy

Até 2032, espera-se a geração de R$ 3,96 trilhões no PIB atrelado ao setor.

Redação TN Petróleo/Assessoria
05/06/2024 13:35
A&M Infra adquire Ignis, plataforma de inteligência e dados do mercado brasileiro de óleo e gás, desenvolvida pela consultoria Gas Energy Imagem: Divulgação Visualizações: 2010

A A&M Infra anuncia a aquisição da Ignis, plataforma web de propriedade da Gas Energy, consultoria brasileira focada em projetos de óleo e gás. Construída a partir da ampla experiência adquirida no setor por seus fundadores, a ferramenta é capaz de planejar e desenhar estratégias para o mercado de gás natural, a partir de projeções de oferta, demanda, disponibilidade de infraestrutura e simulações de cenários customizados, o que inclui o segmento de biometano e outros combustíveis. "Vamos acelerar o nosso plano de crescimento no setor de óleo e gás e expandir a atuação da Ignis em outras dimensões de infraestrutura e geografias para sustentar a nossa atuação global", declara Marcos Ganut (foto), head da A&M Infra.
 
Desenvolvida pelo time liderado por Rivaldo Moreira Neto, ex CEO da Gas Energy e que passa a fazer parte do grupo de executivos da A&M Infra, a Ignis é uma plataforma inédita no mercado, unindo mapeamento granular de extensa base de dados com modelos que permitem a construção de cenários estratégicos para o mercado de O&G  "Juntos alcançaremos um novo patamar no mercado de consultoria, ampliando nossas capacidades para apoiar negócios e tomada de decisões de nossos clientes agora a partir da A&M Infra. Estamos todos muito felizes com a negociação, que envolveu não só a plataforma, como também a propriedade intelectual do grupo, em um movimento que inclui o time técnico da Gas Energy que, voluntariamente, decidiu me acompanhar nesta nova jornada", afirma Moreira Neto.
 
Mercado aquecido - O movimento da aquisição reflete a relevância do setor de O&G na economia nacional. De acordo com dados do BNDES, até 2032, espera-se uma geração de quase  R$ 4 trilhões no PIB, puxada, principalmente, pela produção de hidrocarbonetos e derivados petroquímicos, que tendem a continuar crescendo. As novas fronteiras de exploração, como a Bacia de Pelotas e a Margem Equatorial, são os principais atrativos, segundo Ganut, para receber um grande volume de investimentos.

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