Equipamentos

Wärtsilä inicia projeto para desenvolvimento adicional de motores de baixa rotação a gás

Uma nova bancada de testes para motores de baixa rotação foi instalada pela Wärtsilä  no laboratório de Trieste, na Itália, em março deste ano e os testes devem começar nos próximos meses. O principal objetivo da iniciativa é for

Redação
18/04/2011 06:59
Visualizações: 608
Uma nova bancada de testes para motores de baixa rotação foi instalada pela Wärtsilä  no laboratório de Trieste, na Itália, em março deste ano e os testes devem começar nos próximos meses. O principal objetivo da iniciativa é fortalecer a posição de liderança da empresa em tecnologia de motores a gás, com o intuito de aumentar sua vantagem competitiva no mercado marítimo global. 

 

O projeto teve início no fim de 2010 e se junta aos motores multicombustíveis de média rotação já oferecidos pela empresa, com a flexibilidade tão procurada pelos operadores, que ficam livres para alternar entre gás ou combustíveis líquidos, dependendo do preço e disponibilidade de abastecimento.

 

"Acreditamos que agora é o momento certo para desenvolvermos ainda mais nossas soluções a gás natural para a frota mercante em geral. Estamos cientes dos desafios, mas o mercado sabe que é possível e, sem dúvida, é uma tendência", explica Lars Anderson, vice-presidente da Wärtsilä Ship Power. De acordo com ele, a multinacional já iniciou um abrangente programa de pesquisa, tomando como base a experiência do Grupo no desenvolvimento de soluções que atendam às expectativas mais amplas da frota mercante.

 

A multinacional tem anos de experiência e uma posição de liderança em tecnologia para motores bicombustível. Ao equipar o LNG Carrier "Venator" com um motor bicombustível de baixa rotação 7RNMD90 em 1973, a Wärtsilä (Sulzer) já estava muito à frente de seu tempo. A instalação foi bem sucedida em todos os aspectos, mas o mercado ainda não estava pronto para endossar o conceito. 

 

“O tema principal é ‘Fit to Ship’ (Adequado para Navio). O que significa confiabilidade, já que nossas soluções devem estar prontas para os sete mares, e viabilidade comercial, tanto em termos de investimento inicial, quanto nos custos operacionais. Naturalmente, os futuros limites de emissões também são parte dessa equação”, finaliza Anderson.
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