Reconhecimento

Unicamp fica entre as 15 do mundo com menos de 50 anos

Ranking é da consultoria educacional britânica Quacquarelli Symonds.

Agência Fapesp
03/02/2014 12:22
Unicamp fica entre as 15 do mundo com menos de 50 anos Imagem: Divulgação Visualizações: 851 (0) (0) (0) (0)

 

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) subiu duas posições no ranking Top 50 Under 50, da consultoria educacional britânica Quacquarelli Symonds (QS), apontando as 50 melhores universidades fundadas há menos de 50 anos.
Criada em 1966, a Unicamp ficou em 15º lugar na edição 2013/2014, depois de ocupar a 17ª posição em 2013 e a 22ª em 2012, quando a lista foi lançada. Ainda em 2013, ela se destacou no Times Higher Education (THE), no 28º lugar entre as cem melhores instituições universitárias de até 50 anos – 16 posições à frente em relação ao ranking anterior do THE.
Assim como na edição passada da QS, a Unicamp segue como única representante brasileira da lista, na qual predominam escolas da Ásia, da Oceania e do Oriente Médio. Há somente uma outra instituição latino-americana no ranking, a argentina Universidad Austral, na 36ª posição.
A classificação considera a reputação acadêmica da instituição, levantada por meio de uma pesquisa internacional e responsável por 40% da nota total. Em seguida, vêm a proporção de professores em relação ao número de alunos (20%), a proporção de citações acadêmicas por professor (20%), a reputação da universidade no mercado de trabalho (10%) e a proporção de professores (5%) e estudantes (5%) estrangeiros.
“É um ranking importante para nós, porque compara universidades jovens como a nossa. O resultado é muito bom, não só porque estamos subindo, como porque quase metade da nota vem da reputação acadêmica da instituição, o que significa que a Unicamp vem sendo cada vez mais reconhecida no mundo”, disse Alvaro Crósta, coordenador-geral da Unicamp.
Os dados que servem de base ao ranking são os do QS World University Rankings 2013/14, que inclui universidades antigas e novas e no qual a Unicamp aparece em 215º lugar (a posição na edição anterior foi a de número 228). A única brasileira mais bem colocada é a Universidade de São Paulo (USP), em 127º lugar.
O ranking das universidades mais jovens é encabeçado pela segunda vez consecutiva pela Hong Kong University of Science and Technology (HKUST), estabelecida em 1991 e 34ª na classificação geral.
O site da QS destaca que as universidades da Ásia – que ocupam seis das dez primeiras posições do Top 50 Under 50 – têm fortalecido sua presença em rankings internacionais ao longo da última década, incluindo um grande número de instituições jovens que se beneficiaram de um forte investimento governamental e em muitos casos logo se tornaram atrativas para os melhores professores e estudantes ao redor do mundo.
Outros pontos de destaque apontados pela QS são a Austrália, com o maior número de universidades (nove) no ranking, e a diversidade de países representados na lista (27 no total).

A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) subiu duas posições no ranking Top 50 Under 50, da consultoria educacional britânica Quacquarelli Symonds (QS), apontando as 50 melhores universidades fundadas há menos de 50 anos.

Criada em 1966, a Unicamp ficou em 15º lugar na edição 2013/2014, depois de ocupar a 17ª posição em 2013 e a 22ª em 2012, quando a lista foi lançada. Ainda em 2013, ela se destacou no Times Higher Education (THE), no 28º lugar entre as cem melhores instituições universitárias de até 50 anos – 16 posições à frente em relação ao ranking anterior do THE.

Assim como na edição passada da QS, a Unicamp segue como única representante brasileira da lista, na qual predominam escolas da Ásia, da Oceania e do Oriente Médio. Há somente uma outra instituição latino-americana no ranking, a argentina Universidad Austral, na 36ª posição.

A classificação considera a reputação acadêmica da instituição, levantada por meio de uma pesquisa internacional e responsável por 40% da nota total. Em seguida, vêm a proporção de professores em relação ao número de alunos (20%), a proporção de citações acadêmicas por professor (20%), a reputação da universidade no mercado de trabalho (10%) e a proporção de professores (5%) e estudantes (5%) estrangeiros.

“É um ranking importante para nós, porque compara universidades jovens como a nossa. O resultado é muito bom, não só porque estamos subindo, como porque quase metade da nota vem da reputação acadêmica da instituição, o que significa que a Unicamp vem sendo cada vez mais reconhecida no mundo”, disse Alvaro Crósta, coordenador-geral da Unicamp.

Os dados que servem de base ao ranking são os do QS World University Rankings 2013/14, que inclui universidades antigas e novas e no qual a Unicamp aparece em 215º lugar (a posição na edição anterior foi a de número 228). A única brasileira mais bem colocada é a Universidade de São Paulo (USP), em 127º lugar.

O ranking das universidades mais jovens é encabeçado pela segunda vez consecutiva pela Hong Kong University of Science and Technology (HKUST), estabelecida em 1991 e 34ª na classificação geral.

O site da QS destaca que as universidades da Ásia – que ocupam seis das dez primeiras posições do Top 50 Under 50 – têm fortalecido sua presença em rankings internacionais ao longo da última década, incluindo um grande número de instituições jovens que se beneficiaram de um forte investimento governamental e em muitos casos logo se tornaram atrativas para os melhores professores e estudantes ao redor do mundo.

Outros pontos de destaque apontados pela QS são a Austrália, com o maior número de universidades (nove) no ranking, e a diversidade de países representados na lista (27 no total).

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