Logística

Trator Terminal da Rucker tem nova versão

Assessoria Intermodal
05/04/2016 14:46
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Trator Terminal da Rucker, destinado a operar em terminais portuários, centros logísticos e mineração, substitui com significativas vantagens os cavalos mecânicos convencionais.

O TT-40 teve seu projeto completamente reformulado e, chega agora ao mercado com nova motorização e uma cabine moderna e totalmente redesenhada, assegurando maior conforto e segurança ao operador

A Rucker Equipamentos Industriais Ltda. traz com exclusividade para a Intermodal South America 2016 a nova versão do TT-40, trator terminal desenhado especificamente para operações em portos e terminais portuários, centros logísticos, mineração e indústrias.

O TT-40 vem conquistando espaço na logística por suas vantagens na comparação com cavalos mecânicos convencionais. Um dos seus diferenciais é o exclusivo sistema de quinta roda móvel.

“Do interior da cabine, o operador consegue acionar a elevação da quinta roda, sem a necessidade de descer da cabine para acoplar ou desacoplar a carreta. Isso gera um importante ganho de tempo”, explica o diretor geral da Rucker, Rafael Mendes. Nos locais onde o TT-40 está em operação, o equipamento demonstrou uma performance surpreendente, fazendo o trabalho de cinco cavalos mecânicos convencionais na operação em centros de distribuição somente com um único TT-40. Já no porto, este mesmo o equipamento pode substituir até três cavalos mecânicos. “Esta alta performance está associada à robustez do equipamento, projetado para operações que demandam força e resistência. Além disto, o custo de manutenção é menor quando comparado a um cavalo mecânico convencional, uma vez que estes, são projetados para uso misto, ao contrário do TT-40.

O equipamento é montado com um motor Cummins ou MWM, de baixa potência e alto torque, o que gera economia de combustível de aproximadamente 50% quando comparado a um caminhão convencional. Conta também com transmissão automática Allison, de seis marchas a frente, além de uma a ré, o que facilita o engate constante de marchas. Para se ter ideia de quão demandados são estes equipamentos, em oito horas operação o volume de troca de marchas pode chegar a 4 mil movimentos.

Modernidade - Na nova versão do TT-40, a cabine foi totalmente alterada graças a uma parceria com a também Brasileira Brascab. O equipamento abandonou as linhas quadradas para ganhar um ar de modernidade, com mais ergomonia. “Agora, a cabine, que possui um eficiente ar condicionado, é muito similar às cabines de colheitadeiras agrícolas, as quais são dotadas de uma grande área envidraçada, consequentemente, maior ângulo de visibilidade, além de possuir um sistema de basculamento para melhor acesso ao motor e transmissão.

Outro fator de aprimoramento foi no aspecto de segurança e conforto para o operador, através da análise de vibração, ruído e durabilidade realizada pela empresa Smartech, contemplando todas as normas ROP’S/FOP’S.

Outra mudança no novo TT-40 que chega ao mercado nas versões 4x4 e 4x2 foi a motorização, substituindo um motor mecânico por um eletrônico, cumprindo o protocolo de emissão de poluentes e desempenho.

A introdução de um painel digital, desenvolvido pela empresa IFM auxilia a operação tanto no sentido de visualização quanto na emissão de alertas de mau funcionamento do motor, transmissão, radiador e outros sistemas pertinentes.

O modelo anterior será descontinuado, mas a intercambialidade entre os modelos é total, não havendo dificuldades para eventuais manutenções. Nos últimos cinco anos mais de 100 unidades foram vendidas e, hoje, o TT-40 está em operação em vários terminais de containers como, Tecon Salvador, Tecon Rio Grande e Ecoporto, além de centros de distribuição como, AmBev, Walmart, Vallourec, que demandam agilidade e alta produtividade.

“Nossa intenção é diversificar a aplicação do TT-40. Estamos apostando na Intermodal para ampliar o escopo de prospecção. Queremos aplicar a expertise que temos na fabricação de equipamentos aeroportuário para outros setores no mercado local, bem como para países da América Latina e África. Além do TT-40, temos um portfólio importante de equipamentos que podem ter aplicação em diversas soluções de logística”, antecipa Rafael Mendes.

100% nacional - A Rucker é uma empresa 100% brasileira, e, em agosto deste ano, completará 45 anos de operação tendo seu negócio alicerçado em três segmentos: aeroportuário, portuário e industrial/logística.

Para o primeiro segmento, que representa o maior volume de negócios , a Rucker projeta e fabrica uma grande parte dos equipamentos destinados ao suporte de aeronaves em solo, tais como rebocadores de push-back, loaders, esteiras de bagagens, caminhões de comissaria, abastecedores de aeronaves, escada de passageiros, caminhões de água e limpeza de toaletes, entre outros “Também temos alguns parceiros internacionais; citamos a chinesa Weihai Guangtai, que é o maior fabricante asiático de GSE. Este tipo de parceria se explica porque existem alguns equipamentos, como loaders ou transtaineres de uso aeroportuário que, em função de baixa demanda, não justifica a fabricação no Brasil, em contrapartida, com estas parcerias podemos atender a quase todas as demandas dos nossos clientes”, explica o diretor da empresa.

No segmento industrial e de logística, a atuação da Rucker é focada no projeto e fabricação de rebocadores de menor porte utilizados no suprimento de peças nas linhas de montagem. “Temos equipamentos em operação na Caterpillar, Souza Cruz, Hotel Transamérica, Marinha do Brasil, e, Correios os quais acabam de receber 15 unidades para serem utilizados na transferência de carga dentro dos armazéns “tecas” entre outros”, detalha o executivo.

Soluções Taylor made – “Toda a produção da Rucker é customizada, ou seja, são analisadas as necessidades dos clientes e oferecemos a solução adequada”, conta o executivo, que acrescenta que a empresa fechou nova parceria com a ZM Equipamentos para ter representação na região Sul do País.

Além da Allison Transmission, Brascab, Cummins, IFM, MWM, e Smartech, outros parceiros da empresa também fizeram parte deste projeto como a Metalsa, Axleltech, Arvin Meritor e Michelin.

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