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Indústria naval

Transpetro recebe propostas depois da cassação de liminar

17/03/2005 | 00h00

Depois de duas horas de atraso, devido a tramitação de uma liminar solicitando a paralisação da licitação, a Transpetro recebeu as propostas de pré-qualificação para a construção dos primeiros 22 navios, dos 42 que serão encomendados pela empresa. Nesta quarta-feira (16/03), 11 grupos empresariais apresentaram propostas para participar da licitação, muitos com contratos de assistência técnica com estaleiros internacionais.
Os consórcios que apresentaram propostas são o Rio Naval, formado pelas empresas MPE, IESA e Sermetal, com assistência técnica do estaleiro coreano Hyundai; o Rio Grande, formado pela Queiróz Galvão e Aker Promar, com assistência técnica do Samsung; o consórcio formado pelas empresas Nuclep, Grupo Pem e pela construtora paulista Beter, com assistência técnica do estaleiro Gdynia, da Polônia; e o consórcio das construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez, com apoio técnico da Mitsui. Também participam os consórcios Keppel Fels Brasil e Brasfels, com contrato de assistência técnica da coreana Daewoo Shipbuilding e o consórcio Mauá Jurong, com assistência técnica da Maric, do grupo CSSC de Xangai.
O Estaleiro Rio Grande é parte dos negócios das empresas Cemisa e Aurizônia e participa da licitação com apoio técnico do estaleiro japonês Ishikawagima. Também participam sozinhos mas com contratos de assistência técnica, os estaleiros EISA, com contratos para projetos com a coreana STX e a brasileira Projemar, a Renave, com contrato com o estaleiro português Lisnave. Além destes grupos, os estaleiros Inace e Itajaí participam sozinhos e sem assistência técnica.
Após a entrega da documentação, o presidente da Transpetro, Sérgio Machado, se disse muito satisfeito com o resultado da pré-qualificação. "A participação destes 11 grupos jogou por terra uma série de argumentos: de que não haveria empresas nacionais e de que o Rio de Janeiro seria prejudicado." Entre os grupo que apresentaram propostas, sete são do estado do Rio.
A liminar foi movida pela empresa Marítima, ligada ao estaleiro Eisa, e segundo fontes, criticava o sistema de pontuação da licitação. De acordo com a liminar, o sistema permitiria à Transpetro não respeitar a lei 8.666, a lei das licitações. O advogado da Transpetro Sérgio Tostes explica que o sistema Petrobras tem uma lei específica porque apesar de ser uma empresa pública, ela precisa competir no mercado. "Portanto, a empresa tem uma lei mais flexível para suas contratações", resumiu Tostes.
De acordo com o comitê de licitação da Transpetro, no próximo dia 22 de março, o conteúdo do primeiro envelope entregue pelas empresas estará disponível para a análise de todos os concorrentes e também será definido o dia do anúncio dos classificados nesta primeira fase.



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