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Empresas

Total e sócios da Ale firmam contrato de exclusividade

06/12/2013 | 12h31

 

A petroleira francesa Total assinou nesta semana um contrato de exclusividade para negociar a compra da distribuidora de combustíveis Ale (Alesat Combustíveis), segundo apurou o 'Valor'. Com isso, a companhia europeia ganha tempo para costurar um acordo pelo controle da brasileira. A exclusividade é válida até o começo de 2014.
A Ale, quarta maior distribuidora de combustíveis do país, já teve negociações no passado tanto com grupos estrangeiros quanto com fundos de participações. Além disso, estudou de perto listar suas ações na BM&FBovespa.
A operação é conduzida pelo empresário e fundador Marcelo Alecrim, dono de 32% do capital da empresa. O fundo de participações Darby possui 18% das ações e a sociedade mineira Asamar, os demais 50%. Alecrim possui acordo de acionista que vincula os votos do Darby.
Procurados, Alecrim e Sérgio Cavalieri, presidente do conselho da Ale e acionista da Asamar, não comentaram as informações.
A rede tem cerca de 1,8 mil postos de combustíveis, atrás dos grupos Ipiranga (Ultra), Shell (Raízen) e BR Distribuidora. Tem previsão de faturar cerca de R$ 10 bilhões neste ano. Em 2012 foram R$ 8,9 bilhões, com lucro líquido de R$ 30 milhões. Suas dívidas totalizavam R$ 560 milhões.
A francesa Total, que ficou com 20% no consórcio vencedor do campo de Libra, é representada pela Estáter e os sócios da Ale, pelo JP Morgan.

A petroleira francesa Total assinou nesta semana um contrato de exclusividade para negociar a compra da distribuidora de combustíveis Ale (Alesat Combustíveis), segundo apurou o 'Valor'. Com isso, a companhia europeia ganha tempo para costurar um acordo pelo controle da brasileira. A exclusividade é válida até o começo de 2014.

A Ale, quarta maior distribuidora de combustíveis do país, já teve negociações no passado tanto com grupos estrangeiros quanto com fundos de participações. Além disso, estudou de perto listar suas ações na BM&FBovespa.

A operação é conduzida pelo empresário e fundador Marcelo Alecrim, dono de 32% do capital da empresa. O fundo de participações Darby possui 18% das ações e a sociedade mineira Asamar, os demais 50%. Alecrim possui acordo de acionista que vincula os votos do Darby.

Procurados, Alecrim e Sérgio Cavalieri, presidente do conselho da Ale e acionista da Asamar, não comentaram as informações.

A rede tem cerca de 1,8 mil postos de combustíveis, atrás dos grupos Ipiranga (Ultra), Shell (Raízen) e BR Distribuidora. Tem previsão de faturar cerca de R$ 10 bilhões neste ano. Em 2012 foram R$ 8,9 bilhões, com lucro líquido de R$ 30 milhões. Suas dívidas totalizavam R$ 560 milhões.

A francesa Total, que ficou com 20% no consórcio vencedor do campo de Libra, é representada pela Estáter e os sócios da Ale, pelo JP Morgan.

 



Fonte: Valor Econômico
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