Política

Tesouro descarta novo socorro ao setor elétrico com recursos fiscais

Medida não está em discussão na equipe econômica.

Agência Brasil
29/05/2014 17:29
Visualizações: 437

 

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, descartou hoje (29) um novo socorro ao setor elétrico por meio de aumentos de impostos. Segundo ele, a medida não está em discussão na equipe econômica.
“Não há debate nem discussão sobre o assunto. Não achamos necessário socorrer o setor elétrico com fonte fiscal”, declarou o secretário, ao explicar o resultado primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) em abril.
Segundo o secretário, o governo gastará somente os R$ 13 bilhões previstos para ajudar a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que subsidia as tarifas do setor elétrico, neste ano. Desse total, R$ 9 bilhões tinham sido aprovados no Orçamento Geral da União e R$ 4 bilhões fazem parte do pacote de socorro ao setor elétrico anunciado em março.
O secretário descartou apenas um novo socorro com recursos fiscais e não comentou se um novo financiamento à Câmara de Comercialização da Energia Elétrica (CCEE), associação que reúne as distribuidoras de energia, será necessário. Alegando que só cuida da área fiscal, Augustin evitou comentar a parcela da ajuda ao setor elétrico relacionada a operações de crédito.
Além do aporte de R$ 4 bilhões na CDE, a ajuda ao setor contou com um empréstimo de R$ 11,2 bilhões à CCEE para as empresas de energia poderem arcar com os custos da energia termelétrica, mais cara que a hidrelétrica, e com as compras de energia no mercado de curto prazo. A linha de crédito tem como objetivo ajudar as distribuidoras a ter caixa até a volta das chuvas, prevista para o fim do ano.
No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou, em apenas dois meses, duas parcelas do empréstimo que somam R$ 9,75 bilhões. As empresas alegam que uma nova operação de crédito pode ser necessária.

O secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, descartou hoje (29) um novo socorro ao setor elétrico por meio de aumentos de impostos. Segundo ele, a medida não está em discussão na equipe econômica.
“Não há debate nem discussão sobre o assunto. Não achamos necessário socorrer o setor elétrico com fonte fiscal”, declarou o secretário, ao explicar o resultado primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) em abril.

Segundo o secretário, o governo gastará somente os R$ 13 bilhões previstos para ajudar a Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), fundo que subsidia as tarifas do setor elétrico, neste ano. Desse total, R$ 9 bilhões tinham sido aprovados no Orçamento Geral da União e R$ 4 bilhões fazem parte do pacote de socorro ao setor elétrico anunciado em março.

O secretário descartou apenas um novo socorro com recursos fiscais e não comentou se um novo financiamento à Câmara de Comercialização da Energia Elétrica (CCEE), associação que reúne as distribuidoras de energia, será necessário. Alegando que só cuida da área fiscal, Augustin evitou comentar a parcela da ajuda ao setor elétrico relacionada a operações de crédito.

Além do aporte de R$ 4 bilhões na CDE, a ajuda ao setor contou com um empréstimo de R$ 11,2 bilhões à CCEE para as empresas de energia poderem arcar com os custos da energia termelétrica, mais cara que a hidrelétrica, e com as compras de energia no mercado de curto prazo. A linha de crédito tem como objetivo ajudar as distribuidoras a ter caixa até a volta das chuvas, prevista para o fim do ano.

No entanto, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou, em apenas dois meses, duas parcelas do empréstimo que somam R$ 9,75 bilhões. As empresas alegam que uma nova operação de crédito pode ser necessária.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Gás Natural
Firjan lança publicação e promove debate sobre futuro do...
28/01/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 terá programação diversa e foco na pro...
28/01/26
Internacional
Petrobras amplia venda de petróleo para a Índia
28/01/26
Offshore
Projeto Sergipe Águas Profundas tem plano de desenvolvim...
28/01/26
Royalties
Valores referentes à produção de novembro para contratos...
28/01/26
Gás Natural
Petrobras reduz preços do gás natural para distribuidoras
28/01/26
Gás Natural
Renovação das concessões de gás no Rio exige transparênc...
28/01/26
Macaé Energy
Macaé Energy 2026 antecipa grandes debates e inicia cont...
27/01/26
Gás Natural
Firjan: Rio de Janeiro consolida papel de "hub do gás" e...
27/01/26
Combustíveis
Petrobras reduz preços de gasolina em 5,2% para distribu...
26/01/26
Brasil-Alemanha
PMEs Go Green realiza ciclo de workshops gratuitos com f...
26/01/26
Etanol
Hidratado registra valorização no mercado semanal e diário
26/01/26
Logística
Terminais Ageo captam R$ 450 milhões em debêntures incen...
23/01/26
Petrobras
Alta eficiência amplia refino e aumenta produção de comb...
22/01/26
Combustíveis
IBP: Decisão da ANP garante segurança de abastecimento e...
22/01/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 174 mil barris por ...
21/01/26
Apoio Offshore
Fundo da Marinha Mercante destina R$ 2,3 bilhões à const...
21/01/26
Drilling
Navio-sonda Norbe IX, da Foresea, passa por manutenção p...
21/01/26
Biocombustíveis
Sifaeg destaca novo ciclo de investimentos e consolidaçã...
20/01/26
Navegação Marítima
Descarbonização: a nova rota do setor marítimo brasileiro
20/01/26
PD&I
CEPETRO e Universidade Tecnológica da PETRONAS desenvolv...
19/01/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.