Economia

Tendência de crescimento do PIB brasileiro é de 2% a 2,5%

Avaliação é do Ipea.

Valor Econômico
26/03/2014 14:04
Visualizações: 703

 

A economia brasileira apresenta tendência para crescer entre 2% e 2,5%, com "razoável possibilidade" de haver volatilidade no Produto Interno Bruto (PIB) na passagem dos trimestres, avalia o economista Fernando Ribeiro, coordenador do grupo de estudos de conjuntura (Gecon) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
"Não haverá grandes alterações do quadro macroeconômico em 2014 em relação ao que vimos no ano passado", disse ele, na apresentação da "Carta de Conjuntura" do Ipea, no Rio. 
Nesse contexto, ele avaliou que, ao longo do ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará sempre próximo ao teto da meta, estabelecido pelo Banco Central em 6,5% ao ano.
O diretor de estudos e políticas macroeconômicas do Ipea, Cláudio Hamilton dos Santos, notou, por sua vez, que o ciclo de aumento da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central (BC) tem efeito limitado sobre os investimentos, que serão preponderantes para o crescimento da economia brasileira.
"Quando se fala em aumentar investimentos no Brasil, em grande parte, nós [economistas] nos referimos à infraestrutura, que basicamente depende de ações do governo. Isso independe dos juros", disse ele. "O aumento da Selic tem efeito sobre as empresas, mas isso é mitigado pela ação dos bancos públicos" acrescentou ele, referindo-se aos juros subsidiados oferecidos pela instituições bancárias públicas. 

A economia brasileira apresenta tendência para crescer entre 2% e 2,5%, com "razoável possibilidade" de haver volatilidade no Produto Interno Bruto (PIB) na passagem dos trimestres, avalia o economista Fernando Ribeiro, coordenador do grupo de estudos de conjuntura (Gecon) do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

"Não haverá grandes alterações do quadro macroeconômico em 2014 em relação ao que vimos no ano passado", disse ele, na apresentação da "Carta de Conjuntura" do Ipea, no Rio. 

Nesse contexto, ele avaliou que, ao longo do ano, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficará sempre próximo ao teto da meta, estabelecido pelo Banco Central em 6,5% ao ano.

O diretor de estudos e políticas macroeconômicas do Ipea, Cláudio Hamilton dos Santos, notou, por sua vez, que o ciclo de aumento da taxa básica de juros (Selic) pelo Banco Central (BC) tem efeito limitado sobre os investimentos, que serão preponderantes para o crescimento da economia brasileira.

"Quando se fala em aumentar investimentos no Brasil, em grande parte, nós [economistas] nos referimos à infraestrutura, que basicamente depende de ações do governo. Isso independe dos juros", disse ele. "O aumento da Selic tem efeito sobre as empresas, mas isso é mitigado pela ação dos bancos públicos" acrescentou ele, referindo-se aos juros subsidiados oferecidos pela instituições bancárias públicas. 

 

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