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Internacional

SunEdison, IFC e OPIC fecham acordo para financiamento de energia solar no Chile

10/09/2013 | 13h04

A SunEdison, líder no fornecimento de serviços de energia solar em todo o mundo, anunciou o fechamento de um acordo de financiamento de dívidas sem fornecimento de recursos no valor de US$ 212,5 milhões com a IFC, membro do World Bank Group, e com a Overseas Private Investment Corporation (OPIC), instituição de financiamento para o desenvolvimento do governo dos EUA. Os recursos da dívida serão usados para financiar a construção de uma planta de energia solar de 100 MWp da SunEdison no Deserto de Atacama, Chile. A SunEdison espera concluir a construção dessa planta de energia no primeiro trimestre de 2014.

           

A IFC forneceu US$ 65 milhões da dívida e a OPIC forneceu um empréstimo paralelo de US$ 147,5 milhões. O Rabobank forneceu um crédito para pagamento do IVA local em peso chileno no valor de US$ 45 milhões. O valor total da dívida para essa transação é de aproximadamente US$ 260,5 milhões.

 

A construção da planta de 100 MWp começou em agosto de 2013 e sua interligação deverá ocorrer em diferentes fases ao longo do quarto trimestre deste ano e primeiro trimestre de 2014. Espera-se que a planta energética "Amanecer Solar CAP" seja a maior planta de energia fotovoltaica da América Latina e que injetará energia diretamente no Sistema Interligado Central (SIC). O projeto é resultado de um acordo assinado em janeiro de 2013 com a empresa de mineração e aço CAP.

 

Pancho Perez, presidente da SunEdison para a Europa, Oriente Médio, África e América Latina, declarou: “Estamos muito contentes por firmar mais uma parceria com a OPIC e a IFC. Amanecer Solar CAP é um marco que permitirá o desenvolvimento da energia solar no Chile de forma significativa. A capacidade para desenvolver soluções de energia sofisticadas ao mesmo tempo em que reduz os custos de eletricidade tem sido um diferencial chave para o sucesso da SunEdison no Chile”.

 

Além disso, acrescenta ele: “A energia solar fotovoltaica é uma fonte ideal para diversificar o mix de energia atual, reduzir custos de energia e contribuir para a crescente demanda em um país que tem condições extraordinárias para o desenvolvimento desse tipo de energia. Este projeto é apenas o primeiro passo do compromisso de longo prazo da SunEdison para com o desenvolvimento da energia verde no Chile".

 

"Como uma das primeiras transações de energia renovável da OPIC no Chile, este projeto se beneficiará do potencial solar do país para aumentar o acesso à energia e criar postos de trabalho", disse Elizabeth Littlefield, presidente e CEO da OPIC. "Estamos ansiosos para continuar essa forte parceria com a SunEdison porque ela apoia os esforços do Chile de diversificar suas fontes de energia,"

 

"O apoio da IFC ao setor de energias renováveis do Chile através desse projeto de referência com a SunEdison é uma continuação dos investimentos em energia eólica e hidráulica que já fizemos no país", disse Bernard Sheahan, diretor da IFC para infraestrutura e recursos naturais. "Esperamos que esse projeto catalise o crescimento do setor de energia solar da América Latina e promova os esforços do governo chileno para melhor desenvolver os notáveis recursos energéticos renováveis do país".

 

"Estamos muito satisfeitos em ampliar o suporte ao nosso cliente SunEdison, do qual já fomos parceiros em vários projetos nos EUA, e estamos ansiosos para continuar nossa cooperação", disse Ron Klein, diretor de financiamento de projetos do Rabobank. "O Amanecer Solar CAP é um projeto estimulante e estamos entusiasmados com as perspectivas da energia renovável no Chile, onde o Rabobank tem negócios bancários bem estabelecidos".

 

Localizado em distrito próximo à cidade de Copiapo, região de Atacama, o projeto possui uma área de aproximadamente 215 hectares e terá mais de 300.000 módulos solares SunEdison Silvantis™ montados em rastreadores solares de eixo único SunEdison AP90. Após concluída, espera-se que esta seja a maior planta solar fotovoltaica da América Latina. Em seu primeiro ano de operação, o sistema deve gerar 270 GWh por ano de energia limpa e evitar a emissão de mais de 135.000 toneladas de CO2, o equivalente a retirar mais de 30.000 carros das ruas.



Fonte: Redação TN/ Ascom SunEdison
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