Setor Elétrico

Subestação da margem direita de Itaipu já recebe metade da energia da usina

Redação/ Assessoria
16/10/2014 10:54
Subestação da margem direita de Itaipu já recebe metade da energia da usina Imagem: Divulgação Itaipu Nacional Visualizações: 911

 

A mudança não alterou quanto cada país consome hoje de Itaipu, mas torna a energia imediatamente disponível para o Paraguai. 
Atualmente, a demanda do sistema elétrico paraguaio em horário de pico chega a 2.700 MW – equivalente a 38% da capacidade da Semd (de 7.000 MW). Mas a previsão é que o país aumente seu consumo interno cada vez mais, impulsionado pelo crescimento econômico. Em 2013, o Paraguai teve o terceiro maior resultado do planeta, segundo dados do Banco Mundial, com PIB (Produto Interno Bruno) 14% positivo. Nos últimos 40 anos, a demanda energética paraguaia subiu 30 vezes.
Tanto para Brasil quanto ao Paraguai, a nova subestação e a mudança das linhas trouxeram vantagens operativas.
Com as duas linhas de 500 kV a mais, a subestação aumentou e tornou mais flexível sua capacidade de distribuição. É possível fazer uma analogia entre a subestação recém-ampliada e um sistema de abastecimento de água. Agora, são mais tubulações (linhas de transmissão e suas conexões) para fluir a mesma energia. Portanto, há mais opções de atendimento aos clientes brasileiros e paraguaios, mesmo diante de eventuais interrupções planejadas ou intempestivas de parte dessas “tubulações” (linhas de transmissão, disjuntores e barramentos).
 
Megaestrutura
Para receber essas linhas – chamadas de IPU-MD3 e IPU-MD4 – a subestação foi ampliada e praticamente dobrou de tamanho. Em 1991, a

A mudança não alterou quanto cada país consome hoje de Itaipu, mas torna a energia imediatamente disponível para o Paraguai. 

Atualmente, a demanda do sistema elétrico paraguaio em horário de pico chega a 2.700 MW – equivalente a 38% da capacidade da Semd (de 7.000 MW). Mas a previsão é que o país aumente seu consumo interno cada vez mais, impulsionado pelo crescimento econômico.

Em 2013, o Paraguai teve o terceiro maior resultado do planeta, segundo dados do Banco Mundial, com PIB (Produto Interno Bruno) 14% positivo.

Nos últimos 40 anos, a demanda energética paraguaia subiu 30 vezes.

Tanto para Brasil quanto ao Paraguai, a nova subestação e a mudança das linhas trouxeram vantagens operativas.

Com as duas linhas de 500 kV a mais, a subestação aumentou e tornou mais flexível sua capacidade de distribuição.

É possível fazer uma analogia entre a subestação recém-ampliada e um sistema de abastecimento de água.

Agora, são mais tubulações (linhas de transmissão e suas conexões) para fluir a mesma energia.

Portanto, há mais opções de atendimento aos clientes brasileiros e paraguaios, mesmo diante de eventuais interrupções planejadas ou intempestivas de parte dessas “tubulações” (linhas de transmissão, disjuntores e barramentos). 

Megaestrutura

Para receber essas linhas – chamadas de IPU-MD3 e IPU-MD4 – a subestação foi ampliada e praticamente dobrou de tamanho.

Em 1991, a Semd ocupava uma área de 200 mil metros quadrados.

Com a reforma, passou a 390 mil metros quadrados.

O número de equipamentos também subiu, passando de 271 para 474, um aumento de 75% (somados os dois pátios de 200 kV e 500 kV).

O trabalho envolveu uma força-tarefa de todas as áreas da Diretoria Técnica e suas superintendências (Engenharia, Obras, Manutenção e Operação) e impôs novos desafios à Itaipu, que passou a gerir também equipamentos de duas gerações, uma antiga e outra moderna. 

As obras começaram em dezembro de 2013 e estão incluídas na contrapartida do Focem, no convênio do linhão de 500 kV e da própria subestação.

 

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