Decisão

STJ reverte parcialmente suspensão à Chevron e à Transocean

Transocean só não poderá atuar em Frade.

Valor Econômico
01/10/2012 10:23
Visualizações: 418

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) conseguiu reverter parcialmente, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a decisão judicial que suspendia as operações da Chevron e da Transocean no Brasil. A Chevron poderá manter somente suas atividades de mitigação aos danos provocados pelo vazamento de óleo no Campo de Frade. Já à Transocean foi permitido continuar operando normalmente suas sondas no país, desde não seja em Frade.
O Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região havia estabelecido prazo de 30 dias para que as duas empresas, acusadas de serem responsáveis pelo vazamento de óleo no Campo de Frade, suspendessem suas atividades de extração e transporte de petróleo no país. A decisão foi tomada no fim de julho, mas recursos ainda impediam sua aplicação. Em 10 de setembro, o presidente do STJ, Félix Fischer, manteve a decisão do TRF.
Em despacho no fim da tarde, o próprio Fischer voltou atrás, em caráter parcial. “Ele acolheu em parte o nosso pedido, mas justamente a parte que mais nos preocupava”, disse ao "Valor" uma fonte da Advocacia-Geral da União (AGU) que acompanha de perto o assunto.
Fischer acatou argumentos da ANP que previam, até 2016, perda de produção de 126 milhões de barris de petróleo e 2,4 bilhões de metros cúbicos de gás natural com a interrupção das sondas da Transocean. “Tal lesão, só agora demonstrada pela requerente, a toda evidência, não pode ser desprezada”, disse o ministro, em sua decisão.
“Reconsidero parcialmente a decisão agravada e defiro o pedido de suspensão formulado pela requerente para permitir a continuidade das atividades da Transocean no Brasil, em outras localidades que não no Campo de Frade. Além disso, autorizo a Chevron a manter apenas as operações de mitigação dos danos decorrentes do acidente no Campo de Frade, sob a supervisão e coordenação da ANP”, concluiu Fischer.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) conseguiu reverter parcialmente, no Superior Tribunal de Justiça (STJ), a decisão judicial que suspendia as operações da Chevron e da Transocean no Brasil. A Chevron poderá manter somente suas atividades de mitigação aos danos provocados pelo vazamento de óleo no Campo de Frade. Já à Transocean foi permitido continuar operando normalmente suas sondas no país, desde não seja em Frade.


O Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região havia estabelecido prazo de 30 dias para que as duas empresas, acusadas de serem responsáveis pelo vazamento de óleo no Campo de Frade, suspendessem suas atividades de extração e transporte de petróleo no país. A decisão foi tomada no fim de julho, mas recursos ainda impediam sua aplicação. Em 10 de setembro, o presidente do STJ, Félix Fischer, manteve a decisão do TRF.


Em despacho no fim da tarde, o próprio Fischer voltou atrás, em caráter parcial. “Ele acolheu em parte o nosso pedido, mas justamente a parte que mais nos preocupava”, disse ao "Valor" uma fonte da Advocacia-Geral da União (AGU) que acompanha de perto o assunto.


Fischer acatou argumentos da ANP que previam, até 2016, perda de produção de 126 milhões de barris de petróleo e 2,4 bilhões de metros cúbicos de gás natural com a interrupção das sondas da Transocean. “Tal lesão, só agora demonstrada pela requerente, a toda evidência, não pode ser desprezada”, disse o ministro, em sua decisão.


“Reconsidero parcialmente a decisão agravada e defiro o pedido de suspensão formulado pela requerente para permitir a continuidade das atividades da Transocean no Brasil, em outras localidades que não no Campo de Frade. Além disso, autorizo a Chevron a manter apenas as operações de mitigação dos danos decorrentes do acidente no Campo de Frade, sob a supervisão e coordenação da ANP”, concluiu Fischer.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Etanol
Anidro e hidratado iniciam o ano em alta pelo Indicador ...
05/01/26
Pré-Sal
Com a FPSO P-78, Petrobras inicia produção de Búzios 6
02/01/26
Pré-Sal
Seatrium conquista primeiro marco do escopo completo da ...
02/01/26
Biometano
Edge e Orizon obtêm autorização da ANP para comercializa...
02/01/26
Biodiesel
ANP prorroga suspensão da comercialização de biodiesel e...
30/12/25
Portos
Governo Federal aprova estudos finais para arrendamento ...
30/12/25
Petrobras
Brasil avança para atender demanda de combustível susten...
29/12/25
Leilão
Petrobras coloca em leilão online as plataformas P-26 e P-19
29/12/25
Automação
A capacitação da tripulação e a conectividade são os ver...
29/12/25
Royalties
Valores referentes à produção de outubro para contratos ...
24/12/25
PD&I
ANP aprimora documentos relativos a investimentos da Clá...
23/12/25
CBios
RenovaBio: prazo para aposentadoria de CBIOS por distrib...
23/12/25
GNV
Sindirepa aguarda redução no preço do GNV para o início ...
23/12/25
Apoio Offshore
OceanPact firma contrato de cerca de meio bilhão de reai...
23/12/25
Sergipe
Governo de Sergipe e Petrobras debatem infraestrutura e ...
23/12/25
Drilling
Foresea é eleita a melhor operadora de sondas pela 4ª ve...
22/12/25
Certificação
MODEC celebra 10 anos da certificação de SPIE
22/12/25
Pré-Sal
ANP autoriza início das operações do FPSO P-78 no campo ...
22/12/25
IBP
Congresso Nacional fortalece papel da ANP
22/12/25
E&P
Investimento para o desenvolvimento do projeto Sergipe Á...
19/12/25
Bahia Oil & Gas Energy
Bahia Oil & Gas Energy abre inscrições para atividades t...
19/12/25
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.