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Siemens lança tecnologia para facilitar a integração na mina ou dentro de uma siderúrgica

A primeira planta do mundo está em construção na Índia.

Redação TN
05/03/2013 17:44
Visualizações: 988

 

Siemens lança tecnologia para facilitar a integração na mina ou dentro de uma siderúrgica
Uma nova geração de plantas de pelotização com fornos circulares como elemento central foi desenvolvida pela Siemens Metals Technologies. Denominada Tecnologia de Pelotização Circular (Circular Pelletizing Technology – CPT), essa unidade de aglomeração de minério de ferro é caracterizada por seu layout altamente compacto e projeto de construção leve. Isso possibilita uma instalação eficiente e econômica em uma mina ou dentro de um complexo siderúrgico. A capacidade de produção de pelotas vai de 800 mil a três milhões de toneladas por ano, e a qualidade das pelotas pode ser ajustada com flexibilidade de acordo com os requisitos de produção.
Como a parte fina e ultrafina do minério ferro proveniente das minas está cada vez maior, o processo de pelotização vem ganhando importância para a aglomeração do minério. Isso fez aumentar o interesse dos produtores de aço em investir em suas próprias plantas de pelotização para se livrarem dos preços ascendentes das pelotas no mercado mundial. Até agora, no entanto, os requisitos de espaço e os altos custos do investimento em uma planta convencional geralmente impediam sua instalação em uma siderúrgica existente.
Em resposta a essa situação e, ao mesmo tempo, para reduzir os gastos de capital com novas instalações, a Siemens Metals Technologies desenvolveu recentemente a Tecnologia de Pelotização Circular. Essa solução se baseia no comprovado processo de pelotização por grelha móvel (travelling grate); contudo, o design circular do forno de pelotização reduz em muito o espaço ocupado pela planta de pelotização. A CPT necessita de cerca de metade do espaço em comparação com uma planta de pelotização convencional. Os custos de construção civil, equipamentos e estrutura de aço são reduzidos proporcionalmente, e a instalação da planta pode ser concluída com muito mais rapidez. O forno de pelotização circular também resulta em uma utilização mais eficiente dos equipamentos instalados porque quase o dobro do número de carros de grelha está sempre dentro do forno de pelotização em comparação com um forno reto com a mesma capacidade.
O uso inteligente e maximizado de gases quentes minimiza o consumo de energia necessário à pelotização e, em combinação com os circuitos de reciclagem total de materiais residuais, incluindo resíduos gerados nos outros processos siderúrgicos, faz com que o processo assegure um baixo impacto ambiental. Além de a instalação da CPT dentro de uma siderúrgica permitir que os produtores fiquem independentes dos preços imprevisíveis das pelotas disponíveis comercialmente, a composição química e a qualidade das pelotas também podem ser ajustadas com flexibilidade de modo a atender aos requisitos dos altos-fornos ou plantas de redução direta.
A primeira planta de CPT do mundo está em construção atualmente no Estado de Orissa, na Índia. O requisito total de espaço da unidade, que vai da dosagem de matéria-prima e aglomeração até a limpeza dos gases do processo e que também inclui uma planta de gaseificação de carvão para gerar combustível para os queimadores, é de menos de dois hectares. O início da operação está programado para o segundo semestre de 2013, após o qual a planta será capaz de produzir 1,2 milhão de toneladas de pelotas por ano para o setor siderúrgico indiano.
 

Uma nova geração de plantas de pelotização com fornos circulares como elemento central foi desenvolvida pela Siemens Metals Technologies. Denominada Tecnologia de Pelotização Circular (Circular Pelletizing Technology – CPT), essa unidade de aglomeração de minério de ferro é caracterizada por seu layout altamente compacto e projeto de construção leve. Isso possibilita uma instalação eficiente e econômica em uma mina ou dentro de um complexo siderúrgico. A capacidade de produção de pelotas vai de 800 mil a três milhões de toneladas por ano, e a qualidade das pelotas pode ser ajustada com flexibilidade de acordo com os requisitos de produção.


Como a parte fina e ultrafina do minério ferro proveniente das minas está cada vez maior, o processo de pelotização vem ganhando importância para a aglomeração do minério. Isso fez aumentar o interesse dos produtores de aço em investir em suas próprias plantas de pelotização para se livrarem dos preços ascendentes das pelotas no mercado mundial. Até agora, no entanto, os requisitos de espaço e os altos custos do investimento em uma planta convencional geralmente impediam sua instalação em uma siderúrgica existente.


Em resposta a essa situação e, ao mesmo tempo, para reduzir os gastos de capital com novas instalações, a Siemens Metals Technologies desenvolveu recentemente a Tecnologia de Pelotização Circular. Essa solução se baseia no comprovado processo de pelotização por grelha móvel (travelling grate); contudo, o design circular do forno de pelotização reduz em muito o espaço ocupado pela planta de pelotização. A CPT necessita de cerca de metade do espaço em comparação com uma planta de pelotização convencional. Os custos de construção civil, equipamentos e estrutura de aço são reduzidos proporcionalmente, e a instalação da planta pode ser concluída com muito mais rapidez. O forno de pelotização circular também resulta em uma utilização mais eficiente dos equipamentos instalados porque quase o dobro do número de carros de grelha está sempre dentro do forno de pelotização em comparação com um forno reto com a mesma capacidade.


O uso inteligente e maximizado de gases quentes minimiza o consumo de energia necessário à pelotização e, em combinação com os circuitos de reciclagem total de materiais residuais, incluindo resíduos gerados nos outros processos siderúrgicos, faz com que o processo assegure um baixo impacto ambiental. Além de a instalação da CPT dentro de uma siderúrgica permitir que os produtores fiquem independentes dos preços imprevisíveis das pelotas disponíveis comercialmente, a composição química e a qualidade das pelotas também podem ser ajustadas com flexibilidade de modo a atender aos requisitos dos altos-fornos ou plantas de redução direta.


A primeira planta de CPT do mundo está em construção atualmente no Estado de Orissa, na Índia. O requisito total de espaço da unidade, que vai da dosagem de matéria-prima e aglomeração até a limpeza dos gases do processo e que também inclui uma planta de gaseificação de carvão para gerar combustível para os queimadores, é de menos de dois hectares. O início da operação está programado para o segundo semestre de 2013, após o qual a planta será capaz de produzir 1,2 milhão de toneladas de pelotas por ano para o setor siderúrgico indiano.

 

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