Hidrelétrica

Santo Antônio irá gerar créditos de carbono para o mercado global

Serão 20 milhões de toneladas de créditos nos próximos cinco anos.

Ascom Santo Antônio Energia
26/11/2013 12:35
Santo Antônio irá gerar créditos de carbono para o mercado global Imagem: UHE Santo Antônio/ Cleris Muniz Visualizações: 986

 

A Hidrelétrica Santo Antônio, localizada no rio Madeira, será a primeira usina de grande porte e em operação comercial no Brasil a gerar efetivamente créditos de carbono para o mercado global. A Santo Antônio Energia, empresa responsável pela implantação e operação da hidrelétrica, recebeu a obtenção do registro na Organização das Nações Unidas (ONU) para participar do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). A autorização possibilita a comercialização de cerca de 20 milhões de toneladas de créditos de carbono nos próximos cinco anos.
De acordo com a metodologia do MDL, o volume de créditos equivale à quantidade de gases de efeito estufa não emitida na atmosfera, ampliando a oferta de energia gerada de fonte limpa e renovável.
“A Hidrelétrica Santo Antônio foi projetada para alcançar o aproveitamento ótimo com o mínimo impacto socioambiental. O certificado da ONU comprova que estamos quebrando um paradigma, demonstrando que é possível aproveitar o potencial da Amazônia com responsabilidade e trazendo desenvolvimento para a região Norte, para o setor elétrico e para o país”, afirma o presidente da Santo Antônio Energia, Eduardo de Melo Pinto.
A Hidrelétrica Santo Antônio produz 8,5 megawatt por km² de reservatório, que é o dobro da eficiência energética mínima para gerar créditos de carbono. Com o uso da turbina bulbo, que gera energia utilizando a vazão do rio, dispensando a formação de um grande reservatório.
Créditos de carbono
O mercado da venda de créditos de carbono surgiu a partir do Protocolo de Kyoto, quando o Japão e os países da Europa se comprometeram a diminuir a quantidade de gases de efeito estufa emitidos na atmosfera. Com isso, empresas desses países podem comprar até 10% do que deveriam reduzir em créditos de carbono e empresas que reduzem a emissão de gases do efeito estufa (GEE) recebem a autorização para negociar os créditos no mercado internacional.

A Hidrelétrica Santo Antônio, localizada no rio Madeira, será a primeira usina de grande porte e em operação comercial no Brasil a gerar efetivamente créditos de carbono para o mercado global. A Santo Antônio Energia, empresa responsável pela implantação e operação da hidrelétrica, recebeu a obtenção do registro na Organização das Nações Unidas (ONU) para participar do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL). A autorização possibilita a comercialização de cerca de 20 milhões de toneladas de créditos de carbono nos próximos cinco anos.

De acordo com a metodologia do MDL, o volume de créditos equivale à quantidade de gases de efeito estufa não emitida na atmosfera, ampliando a oferta de energia gerada de fonte limpa e renovável.

“A Hidrelétrica Santo Antônio foi projetada para alcançar o aproveitamento ótimo com o mínimo impacto socioambiental. O certificado da ONU comprova que estamos quebrando um paradigma, demonstrando que é possível aproveitar o potencial da Amazônia com responsabilidade e trazendo desenvolvimento para a região Norte, para o setor elétrico e para o país”, afirma o presidente da Santo Antônio Energia, Eduardo de Melo Pinto.

A Hidrelétrica Santo Antônio produz 8,5 megawatt por km² de reservatório, que é o dobro da eficiência energética mínima para gerar créditos de carbono. Com o uso da turbina bulbo, que gera energia utilizando a vazão do rio, dispensando a formação de um grande reservatório.


Créditos de carbono

O mercado da venda de créditos de carbono surgiu a partir do Protocolo de Kyoto, quando o Japão e os países da Europa se comprometeram a diminuir a quantidade de gases de efeito estufa emitidos na atmosfera. Com isso, empresas desses países podem comprar até 10% do que deveriam reduzir em créditos de carbono e empresas que reduzem a emissão de gases do efeito estufa (GEE) recebem a autorização para negociar os créditos no mercado internacional.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
Brasil-Alemanha
PMEs Go Green realiza ciclo de workshops gratuitos com f...
26/01/26
Etanol
Hidratado registra valorização no mercado semanal e diário
26/01/26
Logística
Terminais Ageo captam R$ 450 milhões em debêntures incen...
23/01/26
Petrobras
Alta eficiência amplia refino e aumenta produção de comb...
22/01/26
Combustíveis
IBP: Decisão da ANP garante segurança de abastecimento e...
22/01/26
PPSA
Produção de petróleo da União atinge 174 mil barris por ...
21/01/26
Apoio Offshore
Fundo da Marinha Mercante destina R$ 2,3 bilhões à const...
21/01/26
Drilling
Navio-sonda Norbe IX, da Foresea, passa por manutenção p...
21/01/26
Biocombustíveis
Sifaeg destaca novo ciclo de investimentos e consolidaçã...
20/01/26
Navegação Marítima
Descarbonização: a nova rota do setor marítimo brasileiro
20/01/26
PD&I
CEPETRO e Universidade Tecnológica da PETRONAS desenvolv...
19/01/26
Pessoas
Zilor anuncia novo Diretor de Pessoas
19/01/26
Navegação
Petrobras e Transpetro assinam contratos do Programa Mar...
19/01/26
Etanol
Indicadores Cepea mostram etanol hidratado em alta no me...
19/01/26
Posicionamento IBP
Importação de biodiesel
16/01/26
Bacia de Campos
Brava Energia anuncia aquisição de 50% de participação n...
16/01/26
Biocombustíveis
Com R$ 6,4 bi em 2025, BNDES faz aprovação recorde de cr...
16/01/26
Créditos de Carbono
Edital ProFloresta+ supera expectativas e recebe 16 prop...
16/01/26
iBEM26
Inteligência Artificial faz aumentar demanda por energia...
16/01/26
Resultado
Em 2025 a Petrobras produziu 2,40 milhões de barris de ó...
16/01/26
Pré-Sal
Equinor arremata primeira carga de petróleo da União do ...
15/01/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.