Economia

Ritmo de crescimento do PIB em 2014 deve ficar próximo ao de 2013

Avaliação é do presidente do BC.

Agência Brasil
12/03/2014 15:26
Visualizações: 694

 

O ritmo de crescimento em 2014 deve se manter em patamar próximo ao do ano passado, na avaliação do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que participou hoje (12) da Conferência Macroglobal no Brasil, promovida pelo Goldman Sachs Banco Múltiplo, em São Paulo.
Os jornalistas não tiveram acesso ao evento. Segundo nota da assessoria de imprensa do BC, Tombini disse na conferência que “o crescimento em 2013 foi marcado por uma alteração na composição da demanda, com ampliação dos investimentos e moderação do consumo das famílias”.
Tombini também argumentou que o “avanço do investimento, especialmente em logística e infraestrutura, somado a esforços de qualificação da mão de obra, deve-se traduzir em ganhos de produtividade para a economia brasileira”.
Sobre o cenário externo, o presidente do BC avaliou que o mundo passa por um período de transição, com perspectiva de maior crescimento econômico e intensificação do comércio internacional. Para ele, essa transição tem sido liderada pela recuperação dos Estados Unidos, implica uma transição gradual de volta à normalidade das condições monetárias internacionais e, consequentemente, o realinhamento dos preços relativos de ativos financeiros. “O aumento da volatilidade nos mercados internacionais é reflexo desse processo de realinhamento de preços relativos, fenômeno que não deve ser confundido com vulnerabilidade”, acrescentou.
Tombini ressaltou ainda que, nesse cenário, o Brasil tem robustos fundamentos econômicos e financeiros. Ele argumentou que os fluxos de investimento estrangeiro continuam fortes: em fevereiro houve ingresso líquido de US$ 9,2 bilhões de capitais estrangeiros (em renda fixa, bolsa e Investimento Estrangeiro Direto) e tais fluxos continuam fortes nos primeiros dias úteis de março. “O Brasil tem respondido a esse período de transição e maior volatilidade nos mercados financeiros de forma clássica, com ajuste de políticas macroeconômicas e flexibilidade cambial”, acrescentou.
Em relação à inflação, ele disse que o BC tem agido para assegurar a convergência à trajetória de metas e que os efeitos das recentes elevações da taxa básica de juros, a Selic, são cumulativos e se manifestam com defasagens. Tombini ressaltou que a política monetária no contexto atual deve se manter especialmente vigilante.

O ritmo de crescimento em 2014 deve se manter em patamar próximo ao do ano passado, na avaliação do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, que participou hoje (12) da Conferência Macroglobal no Brasil, promovida pelo Goldman Sachs Banco Múltiplo, em São Paulo.

Os jornalistas não tiveram acesso ao evento. Segundo nota da assessoria de imprensa do BC, Tombini disse na conferência que “o crescimento em 2013 foi marcado por uma alteração na composição da demanda, com ampliação dos investimentos e moderação do consumo das famílias”.

Tombini também argumentou que o “avanço do investimento, especialmente em logística e infraestrutura, somado a esforços de qualificação da mão de obra, deve-se traduzir em ganhos de produtividade para a economia brasileira”.

Sobre o cenário externo, o presidente do BC avaliou que o mundo passa por um período de transição, com perspectiva de maior crescimento econômico e intensificação do comércio internacional. Para ele, essa transição tem sido liderada pela recuperação dos Estados Unidos, implica uma transição gradual de volta à normalidade das condições monetárias internacionais e, consequentemente, o realinhamento dos preços relativos de ativos financeiros. “O aumento da volatilidade nos mercados internacionais é reflexo desse processo de realinhamento de preços relativos, fenômeno que não deve ser confundido com vulnerabilidade”, acrescentou.

Tombini ressaltou ainda que, nesse cenário, o Brasil tem robustos fundamentos econômicos e financeiros. Ele argumentou que os fluxos de investimento estrangeiro continuam fortes: em fevereiro houve ingresso líquido de US$ 9,2 bilhões de capitais estrangeiros (em renda fixa, bolsa e Investimento Estrangeiro Direto) e tais fluxos continuam fortes nos primeiros dias úteis de março. “O Brasil tem respondido a esse período de transição e maior volatilidade nos mercados financeiros de forma clássica, com ajuste de políticas macroeconômicas e flexibilidade cambial”, acrescentou.

Em relação à inflação, ele disse que o BC tem agido para assegurar a convergência à trajetória de metas e que os efeitos das recentes elevações da taxa básica de juros, a Selic, são cumulativos e se manifestam com defasagens. Tombini ressaltou que a política monetária no contexto atual deve se manter especialmente vigilante.

 

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