<P>O primeiro estaleiro deverá ser construído em terreno da Companhia Docas do Rio de Janeiro, com 1,5 milhão de metros quadrados, com edital previsto para dezembro. O segundo, ainda em negociação, servirá para projeto específico da Marinha do Brasil.</P><P>Durante sua palestra, Bueno ressalt...
RedaçãoO primeiro estaleiro deverá ser construído em terreno da Companhia Docas do Rio de Janeiro, com 1,5 milhão de metros quadrados, com edital previsto para dezembro. O segundo, ainda em negociação, servirá para projeto específico da Marinha do Brasil.
Durante sua palestra, Bueno ressaltou a importância do momento positivo para a indústria naval fluminense, que gerou 20 mil novos empregos nos últimos cinco anos. O superintendente de Indústria Naval, Francis Fixel, completou a participação do secretário com apresentação de projetos para fazer com que o Rio de Janeiro tenha competitividade para concorrer internacionalmente.
A região em que serão construídos os estaleiros, em Itaguaí, conta com infra-estrutura privilegiada por estar situada no entorno de logística atrativa para o setor. Os terrenos localizam-se próximo à ferrovia, à rodovia federal e ao porto da cidade, além de estar no projeto do Arco Metropolitano, que estará ligado às principais rodovias do estado até 2010. Com isso, o investimento necessário para a construção de um empreendimento é reduzido para empresários interessados.
Atualmente, o Rio de Janeiro concentra cerca de 60% das encomendas ao setor. Por isso, o Governo do Estado trabalha para conquistar mais áreas disponíveis para construções de novos navios. Dessa forma, a indústria naval se mantém aquecida na região, com disponibilidade de mão-de-obra qualificada, além de capacidade de infra-estrutura já instalada para receber possíveis empreendimentos.
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico está coordenando um grupo de trabalho para prestar suporte técnico aos investidores interessados no estaleiro de Itaguaí. O objetivo é apresentar as perspectivas e realidades sobre a região, se preparando para o aquecimento do setor, prometido pela logística requerida para explorar e produzir petróleo descoberto na camada pré-sal.
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