acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Mercado

Revés da OGX faz ação cair

19/07/2010 | 09h25
O primeiro insucesso da OGX na perfuração de um poço de petróleo foi mal digerido pelo mercado financeiro, provocou a queda das ações da empresa na Bovespa, mas foi insuficiente para afetar os ânimos em relação à estratégia de longo prazo da companhia.
 
 
A OGX é o braço petrolífero do grupo do bilionário Eike Batista. A empresa tem contrato firmado de compra de 48 plataformas com a OSX, que pretende construí-las no estaleiro planejado para Biguaçu, na Grande Florianópolis.
 
 
– Nenhuma campanha de perfuração tem 100% de acertos – comentou o analista do Banco do Brasil Nelson Rodrigues de Mattos.
 
 
Ele lembrou que a empresa possui uma “história de sucesso”. Somente em 2010, a petrolífera teve uma valorização de 2,63%, ante uma queda de 9,07% do Ibovespa no período.
 
 
A OGX sentiu o impacto negativo do mercado tão logo anunciou que a perfuração do poço 1-OGX-12-SPS, localizado no bloco BM-S-57, em águas rasas da Bacia de Santos, não teria encontrado reservatórios comerciais. As ações tiveram queda imediata de 1,11%, enquanto o mercado caiu 0,3%. Ao longo do dia, aumentou queda para 2,40%, enquanto a bolsa atingiu queda de 1,70%.
 
 
– A OGX vinha de um período de muitas realizações. Assim como cada notícia positiva puxa suas ações para cima, uma negativa também traz para baixo os papéis. Mas nada que seja significativo a ponto de tirar o crédito dos investidores sobre a empresa – comentou outro analista de instituição financeira de São Paulo.
 
 
– Mesmo a Petrobras, que conhece muito bem aquela bacia, encontra áreas não tão boas. É natural que na medida em que se avançam as perfurações, os alvos sejam menos atrativos, já que os primeiros a serem perfurados são os que oferecem maiores chances de sucesso – analisou Mattos, do Banco do Brasil.
 
 
Segundo o diretor de Exploração e Produção da OGX, Paulo Mendonça, a divulgação de sexta-feira está em linha com a posição da empresa de “agir de forma transparente”.
 
 
O diretor também fez questão de destacar que a média mundial offshore (exploração em águas profundas) gira em torno de 15% a 20% de sucesso nas perfurações, enquanto a OGX tem, até o momento, uma média de 93% de acertos.


Fonte: Diário Catarinense
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar