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Etanol

Relatório sobre biocombustíveis avançados

14/03/2016 | 16h08

Em fevereiro de 2016, a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) divulgou o relatório Second-Generation Biofuel Markets: State of Play, Trade and Developing Country Perspectives, para o qual colaborou Lais Forti Thomaz, doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais San Tiago Dantas, oferecido em conjunto pela Unesp, Unicamp e PUC-SP.

O relatório foca os biocombustíveis produzidos a partir de biomassa, chamados de avançados ou de segunda-geração. O etanol de cana-de-açúcar foi considerado um biocombustível avançado, por ser renovável e de baixa emissão de carbono. Por essa razão, o relatório aponta que eles representam uma realidade comercial.

Segundo o relatório, com uma capacidade instalada de produzir cerca de 177 milhões de litros, o que representa 12% do total da produção mundial, o Brasil é o quarto país em capacidade de produção de etanol de segunda geração, atrás dos Estados Unidos, China e Canadá.

O documento destaca que, embora o Brasil incentive a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias para a produção do etanol avançado, o país não definiu metas de consumo, fato que contribui a instabilidade comercial.

“Foi uma honra poder contribuir para este relatório ao lado de tantos especialistas renomados no campo da bioenergia. Esse trabalho tem um potencial enorme de colaborar para que se aumente a cooperação no mercado de biocombustíveis de segunda geração, colaborando para que sejam atingidos os objetivos da COP21 e dos objetivos do desenvolvimento sustentável,” destaca Lais.

Segundo ela, nos EUA, os anos de 2014 e 2015 representaram um grande avanço ao atingirem escala comercial em quatro usinas de etanol celulósico. “Tive a oportunidade de conhecer a usina da Dupont em Iowa e fiquei impressionada com os relatos de todas as dificuldades superadas para que esse objetivo se tornasse realidade. A partir desse relatório foi possível termos um panorama de como outros lugares também estão superando desafios e estimulando a produção desses biocombustíveis”.

Lais defende seu doutorado em 14 de março, intitulado As coalizões de defesa e as mudanças na política externa comercial e energética dos Estados Unidos para o Etanol em 2011.



Fonte: Assessoria Unesp
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