Posicionamento

Reajustes dos combustíveis não serão automáticos, diz Petrobras

O comunicado foi enviado ao mercado em resposta à CVM.

Valor Econômico
04/12/2013 10:28
Visualizações: 1559

 

Reajustes dos combustíveis não serão automáticos, diz Petrobras
A Petrobras esclareceu nesta quarta-feira (4) alguns pontos de sua nova metodologia para determinar os preços dos combustíveis, mas permaneceu não revelando a fórmula adotada. A estatal disse que, no cálculo, é levado em conta o preço de referência dos derivados no mercado internacional, a taxa de câmbio do momento e a origem do produto vendido — se importado ou refinado no Brasil.
A companhia informou, contudo, que mesmo com essa equação, os reajustes dos preços não serão automáticos. A empresa esclareceu que o novo método permite determinar faixas de preços conforme as ponderações explicadas e que caberá à diretoria-executiva decidir sobre mudança ou não no valor da gasolina e do diesel.
A fórmula, afirmou a empresa, confere à diretoria “poder discricionário à luz da dinâmica dos merca dos doméstico e internacional”. O anúncio feito na semana passada, porém, reforça a posição da estatal de não repassar ao mercado interno a instabilidade dos combustíveis no âmbito internacional.
O comunicado foi enviado ao mercado em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a metodologia adotada. Na sexta-feira passada, o conselho de administração da Petrobras aprovou a fórmula e informou que o objetivo era alcançar convergência entre preços domésticos e externos “em prazo compatível” com o objetivo de reduzir a alavancagem da petrolífera em dois anos.
O texto ainda cita especulações de mercado de que Maria das Graças Foster, presidente da estatal, estaria de saída da empresa. “A Petrobras refuta qualquer afirmação desta natureza”, garantiu. A executiva já deixou bem clara a necessidade de se buscar a redução da defasagem dos preços para retomar o fôlego financeiro do grupo, sendo que o governo, controlador da estatal, tenta impedir que reajustes tenham impacto na inflação. 

A Petrobras esclareceu nesta quarta-feira (4) alguns pontos de sua nova metodologia para determinar os preços dos combustíveis, mas permaneceu não revelando a fórmula adotada. A estatal disse que, no cálculo, é levado em conta o preço de referência dos derivados no mercado internacional, a taxa de câmbio do momento e a origem do produto vendido — se importado ou refinado no Brasil.

A companhia informou, contudo, que mesmo com essa equação, os reajustes dos preços não serão automáticos. A empresa esclareceu que o novo método permite determinar faixas de preços conforme as ponderações explicadas e que caberá à diretoria-executiva decidir sobre mudança ou não no valor da gasolina e do diesel.

A fórmula, afirmou a empresa, confere à diretoria “poder discricionário à luz da dinâmica dos merca dos doméstico e internacional”. O anúncio feito na semana passada, porém, reforça a posição da estatal de não repassar ao mercado interno a instabilidade dos combustíveis no âmbito internacional.

O comunicado foi enviado ao mercado em resposta a questionamento da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre a metodologia adotada. Na sexta-feira passada, o conselho de administração da Petrobras aprovou a fórmula e informou que o objetivo era alcançar convergência entre preços domésticos e externos “em prazo compatível” com o objetivo de reduzir a alavancagem da petrolífera em dois anos.

O texto ainda cita especulações de mercado de que Maria das Graças Foster, presidente da estatal, estaria de saída da empresa. “A Petrobras refuta qualquer afirmação desta natureza”, garantiu. A executiva já deixou bem clara a necessidade de se buscar a redução da defasagem dos preços para retomar o fôlego financeiro do grupo, sendo que o governo, controlador da estatal, tenta impedir que reajustes tenham impacto na inflação. 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
BOGE 2026
Benel marca presença no Bahia Oil & Gas Energy e anuncia...
29/05/26
Investimentos
Petrobras anuncia aportes de mais de R$ 70 bilhões em Se...
29/05/26
PPSA
PPSA publica Relato Integrado e Carta Anual
29/05/26
Royalties
Valores referentes à produção de março para contratos de...
29/05/26
BOGE 2026
PetroReconcavo discute futuro de Óleo e Gás na Bahia Oil...
29/05/26
BOGE 2026
Lumina Group marca presença na Bahia Oil & Gas Energy 20...
29/05/26
Gás Natural
Naturgy destaca importância do gás natural na matriz ene...
29/05/26
IBP
Manifesto em defesa da regulação adequada na valoração d...
29/05/26
BOGE 2026
Bahia reúne indústria, inovação e negócios na abertura d...
28/05/26
Biometano
Equinor, Embrapii, Unicamp e CNPEM lançam projeto para a...
28/05/26
Royalties
Valores referentes à produção de março para contratos de...
28/05/26
BOGE 2026
Expansão do óleo e gás amplia demanda por hubs de transf...
28/05/26
Combustíveis
ANP participa da "Operação Fluxo Oculto" para combater d...
28/05/26
Investimentos
Retomada dos investimentos da Petrobras no Amazonas
27/05/26
BOGE 2026
BRAVA Energia marca presença no Bahia Oil & Gas Energy 2...
27/05/26
IBP
Brasil pode ampliar protagonismo como fornecedor global ...
27/05/26
Etanol de milho
Etanol de milho avança no país e muda a dinâmica de merc...
27/05/26
Parceria
Grupo Bravante anuncia associação à Abeemar e reforça co...
27/05/26
Firjan
No Dia da Indústria 2026, Firjan anuncia medidas para im...
27/05/26
Negócio
Vallourec conquista importantes contratos de line pipe c...
25/05/26
Bahia
Desenvolvimento Econômico impulsiona industrialização e ...
25/05/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

25