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Energias renováveis

R$ 226 bilhões serão investidos em energia renovável nos próximos 10 anos, diz MME

29/05/2019 | 09h10
R$ 226 bilhões serão investidos em energia renovável nos próximos 10 anos, diz MME
Bruno Spada/MME Bruno Spada/MME

A importância do Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Elétrica – PROINFA, que abriu caminho para as pequenas centrais hidrelétricas, térmicas, à biomassa e elétricas, foi destaque, hoje, pelo ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ao participar de dois dos maiores eventos do setor elétrico no país: a 10ª Edição Brazil Windpower, e o Energy Solutions Show, em São Paulo. Ao longo de três dias estarão reunidas autoridades e representantes dos diversos segmentos do setor para debater as principais questões da energia eólica no país.

Na ocasião, Bento Albuquerque ressaltou a importância da consolidação da indústria de energia eólica para a economia do país, lembrando que o Brasil, líder na capacidade de geração eólica da América Latina, é o 5º país no mundo com maior número de eólicas instaladas em 2018. Segundo o ministro, de 2010 a 2018, foram investidos recursos da ordem de R$ 145 bilhões em uma cadeia produtiva que responde por cerca de 190 mil postos de trabalho. “A geração de energia eólica, com aproximadamente 15GW de capacidade instalada e 600 parques eólicos em operação em doze estados, representa em torno de 9% da matriz elétrica brasileira. Em termos de capacidade instalada, o Brasil ocupa a 8ª posição no ranking mundial”, destacou Bento Albuquerque.

O ministro salientou o Plano Decenal de Energia 2027, que prevê um crescimento médio do Produto Interno Bruto de cerca de 2,8% ao ano, o que evidencia a necessidade de investimentos, nos próximos dez anos, de cerca de R$ 400 bilhões no setor elétrico. Deste total, segundo o ministro, R$ 226 bilhões vão para a geração centralizada renovável: R$ 70 bilhões virão de novos empreendimentos eólicos - com previsão de implantação de mais 12 GW em geração eólica -, R$ 33 bilhões de projetos de energia solar, R$ 14 bilhões das pequenas centrais hidrelétricas e das centrais geradoras hidrelétricas e R$ 13 bilhões da biomassa. “Neste contexto – afirmou – a oferta de energia do Brasil poderá acompanhar o crescimento econômico sem comprometer a sustentabilidade ambiental”. “Continuaremos a ser um dos países que menos emitirá CO2 per capita do mundo, uma orientação estratégica do presidente Bolsonaro, incorporada às diretrizes de políticas energéticas adotadas em todos os setores do ministério”, enfatizou Bento Albuquerque.

Cogeração e pequenas centrais hidrelétricas

Na abertura do Energy Solutions Show, o ministro falou sobre a importância dos leilões na contratação de energia que, segundo ele, “se comprovaram o melhor instrumento para permitir a consolidação gradual, na matriz, de todas as fontes renováveis que o planejamento setorial indicava”.

Bento Albuquerque também enalteceu a relevância da cogeração de energia no desenvolvimento energético, e que iniciativas governamentais contribuíram de forma significativa para o aumento da eficiência de conversão da energia da biomassa e, consequentemente, na geração de excedentes e sua distribuição, contribuindo para a diversificação do setor e para o aumento de sua receita. “Com todos esses movimentos, a sociedade passou a contar com a energia das pequenas centrais hidrelétricas, das usinas à biomassa, das eólicas e das solares, a preços cada vez mais competitivos”, declarou o ministro.

As pequenas centrais hidrelétricas – existem hoje 424 em operação - também foram lembradas por Bento Albuquerque. Em seu discurso, ele falou sobre os benefícios destas centrais, pelo baixo impacto que produzem ao meio ambiente, além do desenvolvimento sócio econômico para os municípios onde estão instaladas. Anunciou ações que serão implementadas no próximo mês em Goiás, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com objetivo de mostrar os benefícios que a implantação destas centrais trará aos estados e ao país.

O ministro concluiu sua participação destacando os aspectos de previsibilidade, com a definição dos leilões de geração e de transmissão de energia de 2019 até 2021, assim como da governança e da estabilidade regulatória e jurídica “onde poderemos contar com um mercado mais competitivo, com mais investimentos e com melhores serviços prestados à população”.

“Reforçamos que continuaremos trabalhando com afinco e determinação para que as medidas necessárias e estruturantes sejam implementadas no menor prazo possível, transformando o ambiente econômico e abrindo novas oportunidades para investimentos de longo prazo. Estejam seguros do nosso empenho e do nosso entusiasmo para que o setor fortaleça as suas capacidades, de modo que possamos abrir um novo capítulo de prosperidade em nossa história”, concluiu Bento Albuquerque.



Fonte: Redação/Assessoria MME
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