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Promon Engenharia desenvolve estaleiro na Paraíba

No empreendimento serão feitos serviços de docagens e de reparos.

Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
13/01/2014 10:42
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A Promon Engenharia participa do desenvolvimento de um estaleiro de grande porte, voltado especificamente para o atendimento do mercado nacional e internacional de docagens e de reparos navais a ser instalado no litoral norte do estado da Paraíba. O anúncio do empreendimento foi feito no dia 12 de dezembro, pelo Governador Ricardo Coutinho, durante solenidade realizada no Palácio da Redenção para assinatura do Protocolo de Intenções referente ao novo empreendimento. A unidade será comparável às maiores instalações do gênero no mundo e já deverá estar em operação a partir de meados de 2017.
O empreendimento, que recebeu o nome de Empresa de Docagens Pedra do Ingá (EDPI) - em alusão ao importante sítio arqueológico localizado no estado -, ficará localizado no Município de Lucena, Distrito de Costinha, na foz do Rio Paraíba e defronte ao Porto de Cabedelo.
“A Promon Engenharia participa desde o início do desenvolvimento do projeto, incluindo a elaboração dos estudos técnicos e da escolha da área, que tem aproximadamente 83 hectares. Para os estudos ambientais contamos com a expertise da Brandt Meio Ambiente, subsidiária do Grupo Promon”, afirmou o diretor de novos negócios da empresa, Bruno Picozzi. O projeto conta também com a participação de uma equipe de projetistas de empresas portuguesas com ampla experiência na construção e operação de estaleiros voltados para a atividade de reparo.
O estaleiro estará capacitado para efetuar a docagem de qualquer navio da frota mercante mundial. “Nenhum outro estaleiro de reparo naval na Bacia do Atlântico Sul terá esses recursos. Em sua capacidade máxima, poderá efetuar a docagem de mais de 100 navios por ano, o que inclui navios de cabotagem, de importação e exportação e em trânsito nas principais rotas de comércio dos segmentos da frota de navios graneleiros, petroleiros, contêineres e embarcações de apoio offshore”, enfatiza o diretor da McQuilling responsável pelo projeto, Celso Souza.
O projeto será implantado em fases e em sua configuração final será composto de dois diques secos e um sistema de Hydrolift/Ship, transfer capaz de docar, simultaneamente, mais de quatro embarcações.  “Seguramente, será uma das maiores e mais modernas instalações do tipo no hemisfério sul”, ressalta Souza.
A estimativa é de que sejam criados 2.000 postos de trabalho durante a fase de construção e na fase operacional, quando em plena capacidade, a previsão é de que a unidade empregue aproximadamente 1.500 trabalhadores, gerando mais de 4.500 empregos indiretos. O processo de licenciamento ambiental terá início em 2014. Após o licenciamento, a construção será feita em fases com a duração esperada de 36 meses.

A Promon Engenharia participa do desenvolvimento de um estaleiro de grande porte, voltado especificamente para o atendimento do mercado nacional e internacional de docagens e de reparos navais a ser instalado no litoral norte do estado da Paraíba. O anúncio do empreendimento foi feito no dia 12 de dezembro, pelo Governador Ricardo Coutinho, durante solenidade realizada no Palácio da Redenção para assinatura do Protocolo de Intenções referente ao novo empreendimento. A unidade será comparável às maiores instalações do gênero no mundo e já deverá estar em operação a partir de meados de 2017.

O empreendimento, que recebeu o nome de Empresa de Docagens Pedra do Ingá (EDPI) - em alusão ao importante sítio arqueológico localizado no estado -, ficará localizado no Município de Lucena, Distrito de Costinha, na foz do Rio Paraíba e defronte ao Porto de Cabedelo.

“A Promon Engenharia participa desde o início do desenvolvimento do projeto, incluindo a elaboração dos estudos técnicos e da escolha da área, que tem aproximadamente 83 hectares. Para os estudos ambientais contamos com a expertise da Brandt Meio Ambiente, subsidiária do Grupo Promon”, afirmou o diretor de novos negócios da empresa, Bruno Picozzi. O projeto conta também com a participação de uma equipe de projetistas de empresas portuguesas com ampla experiência na construção e operação de estaleiros voltados para a atividade de reparo.

O estaleiro estará capacitado para efetuar a docagem de qualquer navio da frota mercante mundial. “Nenhum outro estaleiro de reparo naval na Bacia do Atlântico Sul terá esses recursos. Em sua capacidade máxima, poderá efetuar a docagem de mais de 100 navios por ano, o que inclui navios de cabotagem, de importação e exportação e em trânsito nas principais rotas de comércio dos segmentos da frota de navios graneleiros, petroleiros, contêineres e embarcações de apoio offshore”, enfatiza o diretor da McQuilling responsável pelo projeto, Celso Souza.

O projeto será implantado em fases e em sua configuração final será composto de dois diques secos e um sistema de Hydrolift/Ship, transfer capaz de docar, simultaneamente, mais de quatro embarcações.  “Seguramente, será uma das maiores e mais modernas instalações do tipo no hemisfério sul”, ressalta Souza.

A estimativa é de que sejam criados 2.000 postos de trabalho durante a fase de construção e na fase operacional, quando em plena capacidade, a previsão é de que a unidade empregue aproximadamente 1.500 trabalhadores, gerando mais de 4.500 empregos indiretos. O processo de licenciamento ambiental terá início em 2014. Após o licenciamento, a construção será feita em fases com a duração esperada de 36 meses.

 

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