Rio Oil & Gas 2012

Produção de óleos pesados ainda é desafio no Brasil

Empresas apresentam casos de sucesso na feira.

Redação
17/09/2012 18:20
Visualizações: 687

 

O painel "Produção de óleos pesados offshore", realizado na tarde desta segunda-feira (17) durante a Rio Oil & Gas, reuniu executivos da Petrobras, Shell e Statoil.
As três empresas apresentaram projetos em andamento e traçaram perspectivas tecnológicas para o futuro exploratório deste tipo de óleo, que tem como característica uma variação de 18º a 22º API - avaliação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) -, e maior viscosidade.
Johan Mikkelsen, diretor de Produção de Peregrino - o maior campo internacional da empresa e o maior projeto da Statoil fora da Noruega, localozado na Bacia de Campos - apresentou as tecnologias utilizadas, objetivos do projeto e desafios.
O gerente geral de Concepção e Implantação de Projetos de Óleo Pesado da Petrobras, Eduardo Bordieri, apresentou o projeto de Roncador, e afirmou que o "cenário é desafiador". "Até 2016, a produção de óleos pesados no Brasil será de cerca de 31%, o que representa em média 600 mil barris pór dia. Dentro deste cenário temos entre nossos desafios o escoamento deste óleo, produção em águas profundas e a desvalorização desse óleo no mercado", afirmou.
Álvaro Beloso, gerente de Projetos da Shell, mostrou o caso do Parque das Conchas, o BC-10. Separado em duas fases, o projeto já produz em 11 poços da primeira etapa, e atualmente desenvolve a execução da segunda fase.
"Nesta segunda etapa temos um óleo com densidade entre 16º e 24º API. A previsão de produção do primeiro óleo dentro desta área deve acontecer até o fim de 2013", diz.
A tecnologia para separar água e areia do óleo é uma das principais questões para as empresas. "Vamos continuar com os equipamentos que trouxeram o sucesso de exploração na primeira fase. Para isso usaremos o design dos equipamentos para os 11 poços da Fase II", disse Beloso, afirmando que uma terceira fase está sendo estudada pela companhia.

O painel "Produção de óleos pesados offshore", realizado na tarde desta segunda-feira (17) durante a Rio Oil & Gas, reuniu executivos da Petrobras, Shell e Statoil. As três empresas apresentaram projetos em andamento e traçaram perspectivas tecnológicas para o futuro exploratório deste tipo de óleo, que tem como característica uma variação de 18º a 22º API - avaliação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) -, e maior viscosidade.


Johan Mikkelsen, diretor de Produção de Peregrino - o maior campo internacional da empresa e o maior projeto da Statoil fora da Noruega, localozado na Bacia de Campos - apresentou as tecnologias utilizadas, objetivos do projeto e desafios.


O gerente geral de Concepção e Implantação de Projetos de Óleo Pesado da Petrobras, Eduardo Bordieri, apresentou o projeto de Roncador, e afirmou que o "cenário é desafiador". "Até 2016, a produção de óleos pesados no Brasil será de cerca de 31%, o que representa em média 600 mil barris pór dia. Dentro deste cenário temos entre nossos desafios o escoamento deste óleo, produção em águas profundas e a desvalorização desse óleo no mercado", afirmou.


Álvaro Beloso, gerente de Projetos da Shell, mostrou o caso do Parque das Conchas, o BC-10. Separado em duas fases, o projeto já produz em 11 poços da primeira etapa, e atualmente desenvolve a execução da segunda fase.


"Nesta segunda etapa temos um óleo com densidade entre 16º e 24º API. A previsão de produção do primeiro óleo dentro desta área deve acontecer até o fim de 2013", diz.


A tecnologia para separar água e areia do óleo é uma das principais questões para as empresas. "Vamos continuar com os equipamentos que trouxeram o sucesso de exploração na primeira fase. Para isso usaremos o design dos equipamentos para os 11 poços da Fase II", disse Beloso, afirmando que uma terceira fase está sendo estudada pela companhia.

 

Mais Lidas De Hoje
veja Também
iBEM26
No iBEM 2026, Pason destaca apostas da empresa em digita...
31/03/26
Pessoas
Bow-e anuncia Ciro Neto como CEO
31/03/26
Apoio Offshore
SISTAC amplia contrato com Petrobras para manutenção de ...
31/03/26
IBEM26
Encontro internacional de energia vai abrir calendário m...
30/03/26
Biodiversidade
Maior projeto de biodiversidade marinha inicia na região...
30/03/26
Drilling
BRAVA Energia inicia campanha de perfuração em Papa-Terr...
30/03/26
Combustíveis
Etanol recua no indicador semanal e fecha a sexta-feira ...
30/03/26
Diesel
ANP aprova medidas relativas à subvenção ao óleo diesel
29/03/26
Pessoas
Ocyan anuncia seu novo diretor Jurídico e de Governança
29/03/26
Energia Elétrica
USP desenvolve modelos para reduzir curtailment e amplia...
29/03/26
Biocombustíveis
Acelen Renováveis e Dia Mundial da Água: cultivo da maca...
29/03/26
iBEM26
Goldwind avança na Bahia com fábrica em Camaçari e proje...
27/03/26
iBEM26
Bahia apresenta potencial da bioenergia e reforça protag...
27/03/26
Bacia de Campos
Nova descoberta de petróleo no pré-sal da Bacia de Campos
26/03/26
Royalties
Royalties: valores referentes à produção de janeiro para...
26/03/26
IBEM26
Práticas ESG do setor de energias renováveis são destaqu...
26/03/26
IBEM26
Jerônimo Rodrigues destaca potencial da Bahia na transiç...
26/03/26
Bacia de Campos
Petrobras irá investir R$ 25,4 milhões em novos projetos...
26/03/26
IBEM26
ABPIP destaca papel dos produtores independentes na inte...
25/03/26
Workshop
Governo de Sergipe e FGV Energia debatem futuro do offsh...
25/03/26
iBEM26
Bahia Gás aposta em gás natural e biometano para impulsi...
25/03/26
VEJA MAIS
Newsletter TN

Fale Conosco

Utilizamos cookies para garantir que você tenha a melhor experiência em nosso site. Se você continuar a usar este site, assumiremos que você concorda com a nossa política de privacidade, termos de uso e cookies.

23