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Antártica

Proantar Nordeste retorna da Antártica com dados de pesquisa inovadora

02/12/2019 | 11h40

No dia 05 de dezembro, dependendo das condições climáticas, os acadêmicos do time do Proantar Nordeste desembarcam no Rio de Janeiro. Eles retornam da 38ª Operação Antártica (OPERANTAR XXXVIII), que teve início no dia 8 de outubro. "O Proantar Nordeste reúne, pela primeira vez, uma equipe interdisciplinar em torno de um objetivo inovador. Vamos estudar a interação de elementos que, até então, eram pesquisados separadamente, como plâncton, microplástico e poluentes atmosféricos e oceânicos, na Confluência Brasil-Malvinas", conta Carlos Lentini, pesquisador do projeto e um dos idealizadores da proposta.

Outra novidade do Proantar Nordeste é a parceria com o projeto Tara Oceans, que tem mapeado, há quase uma década, o genoma planctônico nos oceanos com enfoque em mudanças climáticas. "Iremos observar como os processos turbulentos definem as estruturas dos marcadores biológicos e dos componentes geoquímicos que, por sua vez, definem a estrutura trófica desses micro-organismos", explica.

Por que estudar o plâncton

O plâncton é responsável pela produção de metade do oxigênio que respiramos e pela retenção de 60% de todo o carbono do mundo. Movimentado por correntes marinhas muito grandes, é a base da cadeia alimentar dos oceanos e da própria Terra, sendo a variedade de organismo mais rica que existe, em diversidade de espécies e em tipologia: inclui diversos vírus, bactérias, fitoplâncton e zooplâncton.

Ao estudar esse sistema complexo, os pesquisadores buscam entender por que determinadas espécies de plâncton sobrevivem em lugares específicos, levando em conta diversas variáveis ambientais (da salinidade à presença de poluentes na água e no ar). "Entre outras coisas, entender e simular a distribuição do plâncton nos oceanos pode contribuir para compreendermos um pouco mais sobre variabilidade climática", comenta Lentini.

Equipe

A iniciativa envolve um esforço conjunto entre 13 instituições, sendo 7 nacionais (4 do Nordeste, 1 do Sul e 2 do Sudeste) e 5 internacionais (1 Alemã, 2 Americanas, 1 Italiana e 1 Japonesa): UFBA, UFPE, UFRN, UFRJ, FURG, PUC-RJ, SENAI/CIMATEC, UFRPE, SZN (IT), HZG (DE), UT (JP), ODU (EUA), NCSU (EUA). Ao todo, o Proantar Nordeste reúne 57 acadêmicos, sendo que 13 deles embarcaram no navio ao longo da expedição: Ana Cecília R. de A. Barbosa (UFBA); Carlos A. D. Lentini (UFBA); Fabricio S. Cruz de Oliveira (FURG); Felipe Alexandre Santana Barbosa (UFBA); Gabriel Bittencourt Farias (UFPE); Gisele Olímpio da Rocha (UFBA); Iasmim de Deus Gargur Leal (UFBA); José Garcia Vivas Miranda (UFBA); Karla Schuch Brunet (UFBA); Luís Felipe Ferreira de Mendonça (UFBA); Moacyr Cunha de Araújo Filho (DOCEAN/UFPE); Pedro de Amorim Reis (UFPE); Tamires Matos Barbosa (UFBA).



Fonte: Redação/Assessoria
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