China

Principal petrolífera aumentará presença na América Latina

Agência EFE
13/08/2009 03:31
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A estatal CNPC (China National Petroleum Corporation), maior petrolífera chinesa, informou nesta quarta-feira que acelerará suas aquisições em regiões como América Latina e África.


Um executivo empresa, que pediu para não ser identificado, disse ao jornal oficial "China Daily" que os preços relativamente baixos dos ativos estrangeiros neste ano oferecem oportunidades sem precedentes para a companhia.


Nas últimas semanas, altos funcionários do governo confirmaram que a CNPC está em conversas com a espanhola Repsol para adquirir a argentina YPF.


Em uma tentativa de reforçar a segurança energética da China, a estatal mantém conversas com parceiros estrangeiros para vários acordos, de acordo com o executivo.


Esta semana, a imprensa local informou que a terceira maior petrolífera chinesa, a Cnooc (China National Offshore Oil Corporation), tinha oferecido US$ 17 bilhões pelos 84% que a Repsol tem na argentina YPF.


A firma chinesa manteve contatos com executivos da Repsol em uma reunião em 30 de julho na Europa, no que poderia ser o maior investimento exterior da China no setor.


Porta-vozes da CNPC e da CNOOC se recusaram a comentar o possível acordo com a Repsol.


O acordo, porém, parece cada vez mais próximo, depois que em julho o vice-presidente da CNRD (Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento, órgão responsável pelo planejamento econômico), Zhang Guobao, disse que a CNPC mantém conversas com a petrolífera espanhola.


O presidente da CNPC, Jiang Jiemin, disse já havia dito que a empresa procura reforçar a cooperação com empresas de países ricos em jazidas, como Cazaquistão, Venezuela e Qatar, e que as fusões e aquisições estrangeiras seriam "fundamentais".


A crise financeira representou uma boa oportunidade para que a CNPC amplie suas reservas, dados os baixos preços das matérias-primas, impulsionados pela crescente necessidade de petróleo da China, segundo consumidor de energia do mundo.


As principais regiões das quais a China importa petróleo são Oriente Médio, África e Ásia Pacífico.


Em um acordo paralelo, a CNPC e sua parceira Kazmunaigas, do Cazaquistão, negociam a aquisição conjunta da Mangistaumunaigas por US$ 3,3 bilhões, como parte de um acordo de crédito em troca de petróleo de US$ 10 bilhões assinado neste ano entre as duas partes.
 
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