Brasil Offshore 2013

Primeiro dia da Rodada de Negócios tem recorde de reuniões

Foram realizados 320 encontros.

Ascom Brasil Offshore
14/06/2013 18:00
Visualizações: 689

 

O primeiro dia da Rodada de Negócios, promovida pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), em parceria com o Sebrae-RJ, na quinta-feira (12), durante a 7ª edição da Brasil Offshore, em Macaé, foi bastante produtivo. Foram realizados 320 encontros entre as empresas âncoras e fornecedores do setor de petróleo e gás previamente identificados pela Onip. O número é igual ao total registrado na última edição da rodada realizada em 2011 - isso em apenas um dia.
“A expectativa de negócios depende do número de encontros promovidos nos dois dias do evento, mas pelo visto será bastante positiva. É importante ressaltar, porém, que o mais importante na rodada é a oportunidade que as pequenas empresas têm de encontrar e apresentar seus produtos e serviços para grandes compradores”, afirmou o superintendente da Onip, Alfredo Renault.
O resultado vem agradando às empresas presentes. A Schlumberger, por exemplo, conheceu potenciais fornecedores e futuros parceiros. “As reuniões nos apresentaram empresas com bom potencial para serem nossos fornecedores. Alguns deles oferecem serviços que são bem limitados no mercado e que podem representar bons negócios no futuro”, disse o especialista em Sourcing da empresa, Orleans Lima.
A edição 2013 da Rodada de Negócios conta com a participação de 23 empresas âncora - grandes companhias do setor de petróleo brasileiro. Além da Schlumberger, estão presentes a Aker Solutions, a Akzo Nobel, a Arprotec, a Asca, a Baker Hughes, a Cameron, o Estaleiro EISA, o Estaleiro Mauá, o Estaleiro TCE, a Forship, a G-Comex, a IESA, a Kongsperg, a Mills, a  Oceaneering Brasil, a Petrobras UOBC, a Petrobras UOBS, a Shell, a Techint, a Transpetro, a UTC e a WEG. Na edição 2011, a Rodada de Negócios gerou expectativa de cerca R$ 170 milhões em  negócios.
Outra iniciativa da Onip neste ano foi a Rodada Tecnológica, realizada no primeiro dia do evento, cujo objetivo era apresentar ao mercado tecnologias nascentes e soluções desenvolvidas no Brasil.

O primeiro dia da Rodada de Negócios, promovida pela Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), em parceria com o Sebrae-RJ, na quinta-feira (12), durante a 7ª edição da Brasil Offshore, em Macaé, foi bastante produtivo. Foram realizados 320 encontros entre as empresas âncoras e fornecedores do setor de petróleo e gás previamente identificados pela Onip. O número é igual ao total registrado na última edição da rodada realizada em 2011 - isso em apenas um dia.


“A expectativa de negócios depende do número de encontros promovidos nos dois dias do evento, mas pelo visto será bastante positiva. É importante ressaltar, porém, que o mais importante na rodada é a oportunidade que as pequenas empresas têm de encontrar e apresentar seus produtos e serviços para grandes compradores”, afirmou o superintendente da Onip, Alfredo Renault.


O resultado vem agradando às empresas presentes. A Schlumberger, por exemplo, conheceu potenciais fornecedores e futuros parceiros. “As reuniões nos apresentaram empresas com bom potencial para serem nossos fornecedores. Alguns deles oferecem serviços que são bem limitados no mercado e que podem representar bons negócios no futuro”, disse o especialista em Sourcing da empresa, Orleans Lima.


A edição 2013 da Rodada de Negócios conta com a participação de 23 empresas âncora - grandes companhias do setor de petróleo brasileiro. Além da Schlumberger, estão presentes a Aker Solutions, a Akzo Nobel, a Arprotec, a Asca, a Baker Hughes, a Cameron, o Estaleiro EISA, o Estaleiro Mauá, o Estaleiro TCE, a Forship, a G-Comex, a IESA, a Kongsperg, a Mills, a  Oceaneering Brasil, a Petrobras UOBC, a Petrobras UOBS, a Shell, a Techint, a Transpetro, a UTC e a WEG. Na edição 2011, a Rodada de Negócios gerou expectativa de cerca R$ 170 milhões em  negócios.


Outra iniciativa da Onip neste ano foi a Rodada Tecnológica, realizada no primeiro dia do evento, cujo objetivo era apresentar ao mercado tecnologias nascentes e soluções desenvolvidas no Brasil.

 

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