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Preços do petróleo recuam após acordo sobre Síria

EUA concordaram em cancelar ação militar.

Redação, com agências
16/09/2013 10:23
Preços do petróleo recuam após acordo sobre Síria Imagem: Depositphotos Visualizações: 599

 

Os preços globais do petróleo recuaram nesta segunda-feira, depois que os EUA concordaram em cancelar uma ação militar imediata contra a Síria, aliviando as preocupações com o fornecimento.
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Também há expectativas de que a Líbia volte a produzir mais petróleo, disseram operadores.
Às 9h30 (horário de Brasília), o petróleo Brent perdia 2,26 dólares, negociado a 109,44 dólares. O commodity norte-americana, por sua vez, recuava 1,50 dólar, a 106,71 dólares.
No final de agosto, o contrato referência do Brent havia tocado a máxima de seis meses de 117,34 dólares por barril, em meio a temores de que um possível ataque dos EUA contra a Síria interromperia ainda mais o fornecimento do petróleo no Oriente Médio e norte da África, onde agitações na Líbia já reduziram a produção para uma mínima pós-guerra de 150 mil barris por dia.
Os preços, no entanto, voltaram a cair após a Rússia oferecer ajuda para colocar as armas químicas sírias sob controle internacional.
No sábado, EUA e Rússia chegaram a um acordo sobre a proposta para eliminar o arsenal de armas químicas da Síria, evitando a possibilidade de qualquer ação militar norte-americana imediata contra o governo do presidente Bashar al-Assad.

Os preços globais do petróleo recuaram nesta segunda-feira (16), depois que os EUA concordaram em cancelar uma ação militar imediata contra a Síria, aliviando as preocupações com o fornecimento.

 

Às 9h30 (horário de Brasília), o petróleo Brent perdia 2,26 dólares, negociado a 109,44 dólares. O commodity norte-americana, por sua vez, recuava 1,50 dólar, a 106,71 dólares.

 

No final de agosto, o contrato referência do Brent havia tocado a máxima de seis meses de 117,34 dólares por barril, em meio a temores de que um possível ataque dos EUA contra a Síria interromperia ainda mais o fornecimento do petróleo no Oriente Médio e norte da África, onde agitações na Líbia já reduziram a produção para uma mínima pós-guerra de 150 mil barris por dia.

 

Os preços, no entanto, voltaram a cair após a Rússia oferecer ajuda para colocar as armas químicas sírias sob controle internacional.

 

No sábado, EUA e Rússia chegaram a um acordo sobre a proposta para eliminar o arsenal de armas químicas da Síria, evitando a possibilidade de qualquer ação militar norte-americana imediata contra o governo do presidente Bashar al-Assad.

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