Gasolina

Preços caem até 20%

Agência UDOP
26/03/2008 10:40
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Os preços do álcool hidratado e da gasolina nos postos de Cuiabá voltaram a despencar esta semana. Em alguns estabelecimentos, os preços da gasolina chegaram a cair 20,97%, recuando de R$ 2,91 para R$ 2,41, uma redução da R$ 0,50 por litro em menos de uma semana. Já o álcool também teve seus preços reduzidos de R$ 1,56 para até R$ 1,39, um recuo de 12,23% se comparado ao do último final de semana.

 

 

A “guerra de preços” no comércio de revenda de combustíveis começou no último sábado, quando alguns postos decidiram colocar os preços da gasolina e do álcool em “promoção”. A gasolina baixou para R$ 2,74 e, o álcool, para R$ 1,47.

 

 

Ontem (25), muitos postos já comercializavam o álcool e a gasolina com preços diferenciados. No decorrer da manhã de ontem, mais estabelecimentos resolveram baixar os preços, seguindo o comportamento do mercado.

 

 

No Posto Free, da Avenida XV de Novembro, até os funcionários se surpreenderam com a “promoção”. “Quando cheguei aqui pela manhã a gasolina estava a R$ 2,93 e, o álcool, a R$ 1,47. Agora (por volta das 11 horas), vemos novos preços na bomba. A gasolina está sendo vendida a R$ 2,47 e, o álcool, a R$ 1,39”, exclamou um frentista. O proprietário do posto não foi localizado para justificar a redução repentina dos preços.

 

 

Na rua Manoel Leopoldino, no bairro Araés, os postos também decidiram entrar na disputa. O Posto “Papai” reduziu seus preços de R$ 1,54 para R$ 1,44 (álcool) e de R$ 2,87 para 2,74 (gasolina). “Estamos apenas acompanhando a concorrência. Não sabemos exatamente o motivo da baixa nos preços”, informou um frentista.

 

 

O Posto Idaza, também no bairro Araés, reduziu o preço do álcool de R$ 1,67 para R$ 1,49 e, da gasolina, de R$ 2,89 para 2,74.

 

 

O gerente de um posto da Avenida Miguel Sutil que pediu para não ser identificado afirmou que o que está ocorrendo é uma disputa pelo mercado de combustíveis. “Quem pode mais continua na guerra e, quem não agüenta, entrega os pontos”, diz, lembrando que a margem dos postos “está apertada” e os estabelecimentos estão trabalhando quase no vermelho. “Para adotar esses preços, o posto tem que vender muito para tirar o prejuízo”, admitiu.

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