Rio Pipeline 2011

Pré-sal estimula avanços em dutos marítimos

A malha dutoviária para o escoamento do óleo no pré-sal terá grande avanço nos próximos três anos. A previsão foi feita nesta terça-feira (20) pelo engenheiro da DNV, Hélio Alves, durante a Rio Pipeline 2011, em sessão dedicada aos dutos submarinos. Segundo ele, o setor de petróleo e gá

Redação
21/09/2011 11:37
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A malha dutoviária para o escoamento do óleo no pré-sal terá grande avanço nos próximos três anos. A previsão foi feita nesta terça-feira (20) pelo engenheiro da DNV, Hélio Alves, durante a Rio Pipeline 2011, em sessão dedicada aos dutos submarinos. Segundo ele, o setor de petróleo e gás sabe das limitações existentes na região, mas, ao mesmo tempo, a experiência do país em águas profundas permite que os desafios sejam vencidos mais rapidamente.

Para Alves, a falta de navios é um dos principais entraves para o escoamento no pré-sal. Ele reforça que o país precisa ampliar a malha dutoviária na região para o transporte do gás, cuja produção irá aumentar. “O ideal é ter alternativas e não apostar tudo em um único modal".

O engenheiro acrescenta que é preciso desenvolver novos materiais, como aço resistente à corrosão, que é mais alta no pré-sal. “Estas tecnologias são caras e temos como desafio buscar soluções mais viáveis e que atendam a condições severas".

Na sessão, o engenheiro da Subsea 7, Danilo Fernandes, apresentou um trabalho pioneiro no Brasil para cruzamento de tubulações submarinas por meio de estruturas de concreto, o que hoje é feito com aço. O projeto foi implantado na plataforma P-56, na Bacia de Campos, inspirado em trabalhos feitos em outros países. O modelo foi uma solução encontrada pela empresa para se tornar mais competitiva, já que esta estrutura reduz custos. “A manutenção pode ser feita a cada 30 anos e a mão-de-obra é mais barata".

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