Aumento

Porto de Paranaguá planeja salto de 60% em papel e celulose

A direção do porto de Paranaguá (PR) tem planos de aumentar em 60%, nos próximos dois anos, o escoamento de papel e celulose exportados pelo terminal. Um terreno de 500 mil metros quadrados no próprio porto integra o projeto para receber a futura movimenta&ccedi

Folha de S.Paulo
27/07/2010 07:16
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A direção do porto de Paranaguá (PR) tem planos de aumentar em 60%, nos próximos dois anos, o escoamento de papel e celulose exportados pelo terminal. Um terreno de 500 mil metros quadrados no próprio porto integra o projeto para receber a futura movimentação desse tipo de carga. No ano passado, foram exportadas 510 mil toneladas de papel e celulose por Paranaguá, um crescimento de 32% em relação a 2008.
 
 
A Klabin é a principal empresa exportadora do produto no porto paranaense, com o despacho de 429 mil toneladas no ano passado.
 
 
Paranaguá só perde em movimentação de papel e celulose no país para Santos (SP). A nova área, onde ficaria abrigado o setor para despacho das cargas de papel e celulose, será licitada ainda neste semestre.
 
 
CONSÓRCIO
 
 
A ideia é que um consórcio de empresas o administre, segundo o diretor empresarial do porto, João Batista Lopes dos Santos.
 
 
A proposta de licitação terá de ser aprovada ainda pela Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) e pelo Conselho de Autoridade Portuária, que reúne os próprios administradores e representantes de todos os operadores do terminal. De acordo com o dirigente, o porto já foi contatado por empresas do setor de papel e celulose para expandir seu despacho por Paranaguá, hoje centralizado em SP.
 
 
Santos afirma que o planejamento da nova área se tornou viável diante da regularidade de rotas de navios, oferta de mão de obra -que abrange cerca de 11 mil pessoas- e disponibilidade de espaço para expansão. Europa e Estados Unidos são os principais mercados de papel e celulose brasileiros. "O que estamos querendo fazer [com a expansão das exportações] é incrementar uma série de potenciais de infraestrutura já existentes aqui", afirma.

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