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Plano de Obama para petróleo pode elevar especulação, diz agência

A Agência Internacional de Energia (AIE), órgão independente que acompanha o setor de energia, criticou ontem (13) os planos do presidente Barack Obama de apertar a fiscalização do mercado de petróleo. Em resposta a uma decisão dos EUA e da Europa de reprimir o que veem como especulação exc

Redação/ Agências
14/05/2012 10:34
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A Agência Internacional de Energia (AIE), órgão independente que acompanha o setor de energia, criticou ontem (13) os planos do presidente Barack Obama de apertar a fiscalização do mercado de petróleo. Em resposta a uma decisão dos EUA e da Europa de reprimir o que veem como especulação excessiva com derivativos nas Bolsas de commodities, a AIE previu risco de forte oscilação nos preços.
 

A proposta do presidente norte-americano de conferir à CTFC (Comissão de Transações de Commodities e Futuros) autoridade para combater a forte volatilidade ou prevenir manipulação e especulação excessiva pode ter efeito contrário ao pretendido, afirmou a agência de energia dos países ocidentais.
 
 
A AIE afirmou que elevar as exigências para os operadores que compram e vendem contratos futuros de petróleo poderia tornar os preços mais voláteis e concentrar posições nas mãos dos grandes especuladores, sem afetar os níveis de preços.
 
 
Os EUA estão na vanguarda de um esforço para reduzir o risco sistêmico de mercados por meio de um aperto na regulamentação.

 
Esforços nesse sentido foram incorporados à Lei Dodd-Frank, que amplia a autoridade de agências regulatórias como a CTFC.
 
 
OFERTA E PREÇO
 
 
A CTFC quer elevar a alíquota das margens --o montante que um operador precisa depositar na Bolsa a fim de garantir suas transações.

 
A AIE, em relatório, disse que os preços do petróleo continuarão altos em 2012, devido às tensões entre o Irã e o Ocidente.

 
"O percurso dos fundamentos do mercado pelo restante do ano continua altamente incerto, e os riscos geopolíticos provavelmente manterão os preços elevados", afirmou a agência de energia.

 
Mas a organização também estimou que a oferta mundial de petróleo tenha melhorado, graças a avanços na produção dos países da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) e dos Estados Unidos.

 
Ontem, o barril de petróleo Brent, negociado em Londres, fechou a US$ 112,26, em queda de 0,42%, e acumula recuo de 6,7% no mês.

 
Já o WTI, negociado em Nova York, recuou 0,98%, para US$ 96,13.

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