Rio Oil & Gas 2014

Planejamento avançado amplia a produtividade nas construções offshore

Problemas de logística e atrasos nas obras afetam produção.

IBP
17/09/2014 12:30
Visualizações: 463

 

Planejamento avançado é fundamental para evitar o retrabalho e atingir melhores resultados nas construções, avaliaram os palestrantes do painel “Como aumentar a produtividade e reduzir custos da indústria de construção offshore”, realizado no segundo dia da Rio Oil & Gas 2014. 
Gerente-geral da Petrobras, Claudio Vianna,  afirmou que a baixa produtividade é afetada pela falta de maturidade dos projetos que provoca problemas de logística  e atrasos nas obras. “Em pesquisa interna constatamos que apenas em 25% da jornada de trabalho o  operário agrega valor à construção. O período restante é dedicado à preparação, transporte ou eventuais problemas. No Golfo do México, por exemplo, o percentual é de 70%”, explicou Vianna.
Para resolver o problema, a empresa elaborou planos de ação,  como acesso a bases de dados internacionais para pesquisar como os outros países operam, melhorias na logística das plantas e ampliação do trabalho com modelagens 3D e 4D para aperfeiçoar a organização dos processos da planta.
O gerente de projetos da empresa japonesa MODEC, Eric Powel, defendeu que antes de executar é preciso pensar e planejar detalhadamente todos os processos do projeto, levantando os cenários críticos que podem surgir. “Somos bombardeados todos os dias com muitas informações, precisamos parar e pensar sozinhos para que possamos analisar as contingências, planejar cada atividade. Não se pode copiar um cronograma”, disse Powel.
Segundo o diretor de operações da Techint, Guilherme Mello, um projeto básico detalhado é fundamental para o sucesso. “Perde-se muito tempo quando é preciso discutir o projeto básico no momento em que já estamos trabalhando no detalhado”, apontou Mello.
O vice-presidente de operações do Estaleiro Enseada, Guilherme Guaragna, concordou com os demais palestrantes e acrescentou que o método fast track de fazer todas as etapas do projeto ao mesmo tempo, muito utilizado no Brasil, não é eficiente pois aumenta o retrabalho.    

Planejamento avançado é fundamental para evitar o retrabalho e atingir melhores resultados nas construções, avaliaram os palestrantes do painel “Como aumentar a produtividade e reduzir custos da indústria de construção offshore”, realizado no segundo dia da Rio Oil & Gas 2014. 

Gerente-geral da Petrobras, Claudio Vianna, afirmou que a baixa produtividade é afetada pela falta de maturidade dos projetos que provoca problemas de logística  e atrasos nas obras. “Em pesquisa interna constatamos que apenas em 25% da jornada de trabalho o  operário agrega valor à construção. O período restante é dedicado à preparação, transporte ou eventuais problemas. No Golfo do México, por exemplo, o percentual é de 70%”, explicou Vianna.

Para resolver o problema, a empresa elaborou planos de ação,  como acesso a bases de dados internacionais para pesquisar como os outros países operam, melhorias na logística das plantas e ampliação do trabalho com modelagens 3D e 4D para aperfeiçoar a organização dos processos da planta.

O gerente de projetos da empresa japonesa MODEC, Eric Powel, defendeu que antes de executar é preciso pensar e planejar detalhadamente todos os processos do projeto, levantando os cenários críticos que podem surgir. “Somos bombardeados todos os dias com muitas informações, precisamos parar e pensar sozinhos para que possamos analisar as contingências, planejar cada atividade. Não se pode copiar um cronograma”, disse Powel.

Segundo o diretor de operações da Techint, Guilherme Mello, um projeto básico detalhado é fundamental para o sucesso. “Perde-se muito tempo quando é preciso discutir o projeto básico no momento em que já estamos trabalhando no detalhado”, apontou Mello.

O vice-presidente de operações do Estaleiro Enseada, Guilherme Guaragna, concordou com os demais palestrantes e acrescentou que o método fast track de fazer todas as etapas do projeto ao mesmo tempo, muito utilizado no Brasil, não é eficiente pois aumenta o retrabalho.    

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