Cotação

Petróleo sobe sob efeito China

PMI chinês subiu para 50,3 em julho.

Redação/ Agências
01/08/2013 09:50
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Os contratos futuros de petróleo bruto operam em alta nesta quinta-feira, 01, depois que dados do setor industrial da China e da Europa mostraram resultados melhores do que o esperado, elevando esperanças de que a demanda do segundo maior consumidor de petróleo do mundo deve se recuperar.
O índice gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) oficial do setor industrial da China subiu para 50,3 em julho, de 50,1 em junho. Além disso, a leitura foi superior à previsão de 49,8 de economistas consultados pelo The Wall Street Journal. Já o setor manufatureiro da zona do euro cresceu em julho pela primeira vez em dois anos, o sinal mais recente de que a economia do bloco de 17 nações começou a se estabilizar após 18 meses de recessão.
As notícias deram apoio para os preços, que já avançavam por causa dos dados do Departamento de Energia dos EUA. O órgão mostrou que os estoques de petróleo bruto em Cushing, no Estado norte-americano de Oklahoma, um grande centro de armazenamento, diminuíram.
Em um nota divulgada nesta quinta-feira (1), o Commerzbank disse que prevê um aumento nos estoques de petróleo bruto dos Estados Unidos ao longo das próximas semanas, devido ao ritmo em que a produção de petróleo dos EUA está se expandindo.
Alexander Troxler Aaroe, diretor de investimentos da NEF Asset Management, que tem US$ 50 milhões sob sua gestão, disse que está apostando que os preços de petróleo bruto subirão, apesar do aumento da produção dos EUA. Ele afirmou que os mercados estão se movendo por causa de tensões geopolíticas, como, por exemplo, entre produtores de petróleo do Sudão e Sudão do Sul e, internamente, no Iraque e no Egito, o que poderia manter os preços em alta.
Interrupções de fornecimento também estão impulsionando os preços, com a produção da Líbia drasticamente reduzida e a manutenção anual no Mar do Norte limitando os fluxos. A interrupção planejada de cinco dias no Forties Pipeline System começou na quinta-feira.
Às 7h55 (de Brasília), o contrato do petróleo Brent para setembro subia 1,42%, para US$ 109,23 o barril, na plataforma ICE, em Londres. O contrato do petróleo para setembro na Nymex, em Nova York, tinha alta de 1,69%, para US$ 106,81 o barril.
Na quarta-feira, nos EUA, o Produto Interno Bruto cresceu a um ritmo anualizado de 1,7% no segundo trimestre de 2013, superando as expectativas e sugerindo que a economia pode estar ganhando força. Também na quarta-feira, o Fed disse após uma reunião de política de monetária que se aterá ao programa de compra mensal de ativos de US$ 85 bilhões.

Os contratos futuros de petróleo bruto operam em alta nesta quinta-feira (1), depois que dados do setor industrial da China e da Europa mostraram resultados melhores do que o esperado, elevando esperanças de que a demanda do segundo maior consumidor de petróleo do mundo deve se recuperar.


O índice gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) oficial do setor industrial da China subiu para 50,3 em julho, de 50,1 em junho. Além disso, a leitura foi superior à previsão de 49,8 de economistas consultados pelo The Wall Street Journal. Já o setor manufatureiro da zona do euro cresceu em julho pela primeira vez em dois anos, o sinal mais recente de que a economia do bloco de 17 nações começou a se estabilizar após 18 meses de recessão.


As notícias deram apoio para os preços, que já avançavam por causa dos dados do Departamento de Energia dos EUA. O órgão mostrou que os estoques de petróleo bruto em Cushing, no Estado norte-americano de Oklahoma, um grande centro de armazenamento, diminuíram.


Em um nota divulgada hoje, o Commerzbank disse que prevê um aumento nos estoques de petróleo bruto dos Estados Unidos ao longo das próximas semanas, devido ao ritmo em que a produção de petróleo dos EUA está se expandindo.


Alexander Troxler Aaroe, diretor de investimentos da NEF Asset Management, que tem US$ 50 milhões sob sua gestão, disse que está apostando que os preços de petróleo bruto subirão, apesar do aumento da produção dos EUA. Ele afirmou que os mercados estão se movendo por causa de tensões geopolíticas, como, por exemplo, entre produtores de petróleo do Sudão e Sudão do Sul e, internamente, no Iraque e no Egito, o que poderia manter os preços em alta.Interrupções de fornecimento também estão impulsionando os preços, com a produção da Líbia drasticamente reduzida e a manutenção anual no Mar do Norte limitando os fluxos. A interrupção planejada de cinco dias no Forties Pipeline System começou na quinta-feira.


Às 7h55 (de Brasília), o contrato do petróleo Brent para setembro subia 1,42%, para US$ 109,23 o barril, na plataforma ICE, em Londres. O contrato do petróleo para setembro na Nymex, em Nova York, tinha alta de 1,69%, para US$ 106,81 o barril.


Na quarta-feira, nos EUA, o Produto Interno Bruto cresceu a um ritmo anualizado de 1,7% no segundo trimestre de 2013, superando as expectativas e sugerindo que a economia pode estar ganhando força. Também na quarta-feira, o Fed disse após uma reunião de política de monetária que se aterá ao programa de compra mensal de ativos de US$ 85 bilhões.

 

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